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0 O Poder das Pequenas Coisas {Livros Março}
Etiquetas:
Jodi Picoult,
Lançamentos,
Romance
Os pais do bebé são supremacistas brancos e não querem que Ruth, afro-americana, toque no seu filho. O hospital acede a esta exigência, mas no dia seguinte o bebé enfrenta complicações cardíacas.
Ruth está sozinha na enfermaria. Deve ela cumprir as ordens que lhe foram dadas ou intervir? O que se segue altera a vida de todos os intervenientes e põe em causa a imagem que têm uns dos outros.
Com uma empatia, inteligência e simplicidade notáveis, Jodi Picoult aborda temas como a raça, o privilégio, o preconceito, a injustiça e a compaixão num livro magistral sem respostas fáceis.
Autor: Jodi Picoult


Editor: Editorial Presença (Março, 2017)

Género: Romance
Páginas: 512
Original: Living Color (2016)

«O romance mais importante de Jodi Picoult. Irá desafiar os leitores e reforçar o debate sobre racismo e preconceito.» The Washington Post
«Uma leitura empolgante do princípio ao fim, como Jodi Picoult já nos habituou. Este romance mantém um ritmo rápido e constante, difícil de interromper.» San Francisco Book Review
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0 Entre as Linhas {Livros Março}
Etiquetas:
Jodi Picoult,
Lançamentos,
Romance,
Samantha Van Leer
Agora Delilah vai ter de decidir: vai ajudar o príncipe Oliver a sair das páginas do livro? Ou será a sua oportunidade para mergulhar nas páginas de um final feliz?
Autor: Jodi Picoult

e Samantha Van LeerEditor: Bertrand Editora (Março, 2017)

Género: Romance
Páginas: 408
Original: Between the Lines (2012)

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1 As Minhas Leituras | Março 2016
★★★★★
★★★★✰
★★★✰✰
★★✰✰✰
★✰✰✰✰
Pequeno, veloz, simples - neste livro Alessandro Boffa pinta uma série de quadros hilariantes que me fizeram rir com vontade!
Mantendo-se fiel às características taxonómicas de Viskovitz em cada uma das suas existências, o autor narra a adaptação do seu protagonista aos temperamentos e susceptibilidades de cada espécie, nem sempre se conformando com as respectivas limitações. A genialidade do escritor e o seu extraordinário sentido de humor tornam todo o trabalho digno de nota, do início ao fim.
Amar é Pensar foi uma das minhas prendas no dia dos namorados... Um dos meus projectos a longo prazo, comecei a ler Fernando Pessoa com a devida atenção em Escritos Íntimos, Cartas e Páginas Autobiográficas e passei agora para esta Antologia que reúne poemas também dos heterónimos, seleccionados e organizados por Vasco Silva. Gostei muito, claro.
Este livro representa também a minha estreia com a editora E-primatur, cujo trabalho me deixou muito agradada.
...um drama familiar...
Este é definitivamente um dos que recomendo este mês! A história desta família, desfeita pela incapacidade de Luke desempenhar o seu papel de pai e esposo, completamente imerso pelo seu trabalho e dedicação aos lobos - animal cujo comportamento tem vindo a estudar ao longo dos anos. Depois de um acidente que o deixa inconsciente e sem perspectivas de que alguma vez venha a recuperar, os filhos e a ex-mulher voltam a reunir-se, enfrentando a terrível decisão de manter ou terminar o suporte artificial de vida.
Adorei este livro! Gostei especialmente dos capítulos de Luke sobre o comportamento dos lobos. A história de Lobo Solitário não é leve e não deixa de ecoar tragicamente, mesmo depois de termos terminado o livro há algum tempo.
...um thriller (muito!) enervante...
Desde que comecei a acompanhar o comissário Joona Linna nas suas investigações que mantenho um interesse feroz nesta série. Lars Kepler, na realidade uma dupla de escritores, escreve os thrillers mais enervantes que já li e Stalker - o quinto livro da série - não é excepção. Exibe, aliás, na perfeição, as características que me levaram a apaixonar pela série. Com os habituais capítulos curtos a história avança a uma velocidade estonteante, acumulando tensão a cada desenvolvimento e culminando num desfecho que eu não estava nada à espera.
Quem acompanha Joona Linna vai gostar de rever Erik que entrou em O Hipnotista; no entanto, quem nunca leu um livro da série não terá dificuldade em acompanhar esta história.
... a extinção da humanidade...
A evolução da espécie humana pode significar a extinção do Homo sapiens, assim, o autor de Extinção, Kazuaki Takano, confronta-nos com o dilema moral de eliminar um ser, humano como nós, com potencial para desencadear a nossa obliteração, tomando o nosso lugar... antes que seja tarde demais.
A história de Extinção é muito interessante e foi enriquecida com conceitos científicos, militares e políticos. No entanto, nem todos os leitores pegam num thriller à espera de serem bombardeados com teoria científica e prática laboratorial pelo que a intenção do autor de fundamentar cientificamente o seu trabalho não só quebra o ritmo do livro como pode perturbar a satisfação do leitor.
Este livro representa também a minha estreia com a editora E-primatur, cujo trabalho me deixou muito agradada.
...um drama familiar...
Adorei este livro! Gostei especialmente dos capítulos de Luke sobre o comportamento dos lobos. A história de Lobo Solitário não é leve e não deixa de ecoar tragicamente, mesmo depois de termos terminado o livro há algum tempo.
Desde que comecei a acompanhar o comissário Joona Linna nas suas investigações que mantenho um interesse feroz nesta série. Lars Kepler, na realidade uma dupla de escritores, escreve os thrillers mais enervantes que já li e Stalker - o quinto livro da série - não é excepção. Exibe, aliás, na perfeição, as características que me levaram a apaixonar pela série. Com os habituais capítulos curtos a história avança a uma velocidade estonteante, acumulando tensão a cada desenvolvimento e culminando num desfecho que eu não estava nada à espera.
Quem acompanha Joona Linna vai gostar de rever Erik que entrou em O Hipnotista; no entanto, quem nunca leu um livro da série não terá dificuldade em acompanhar esta história.
A evolução da espécie humana pode significar a extinção do Homo sapiens, assim, o autor de Extinção, Kazuaki Takano, confronta-nos com o dilema moral de eliminar um ser, humano como nós, com potencial para desencadear a nossa obliteração, tomando o nosso lugar... antes que seja tarde demais.
A história de Extinção é muito interessante e foi enriquecida com conceitos científicos, militares e políticos. No entanto, nem todos os leitores pegam num thriller à espera de serem bombardeados com teoria científica e prática laboratorial pelo que a intenção do autor de fundamentar cientificamente o seu trabalho não só quebra o ritmo do livro como pode perturbar a satisfação do leitor.
Muito ao jeito de Agatha Christie, uma jovem endinheirada é misteriosamente assassinada enquanto viaja no Comboio Azul e as suas jóias desaparecem. Felizmente, Poirot está disponível para auxiliar na investigação!
Cheio de mistério e suspeições, o enredo de O Mistério do Comboio Azul vai ficando cada vez mais denso... As nossas conjecturas vão mudando constantemente e, se forem tão bons detectives como eu já admiti ser, vamos saltando de palpite errado em palpite errado até sermos surpreendidos pelo desfecho. Infelizmente, senti falta de Hastings que contribui sempre com alguma comicidade para o enredo e a demora de Poirot em aparecer na trama levou ao meu fraco interesse pelos primeiros capítulos.
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Acompanhei esta história de traições, mentiras e segredos com grande interesse. Dois espiões, ex-amantes, sentam-se para almoçar e esclarecer o passado em relação à participação de alguém da Embaixada Americana - possivelmente um deles - ter auxiliado um ato terrorista em 2006, no aeroporto de Viena.
Gostei bastante deste livro, não só pela história mas também pela forma descomplicada e bem sintetizada que o autor escolheu para a contar, avançando rapidamente para a conclusão. O final do livro, embora possa contrariar os nossos desejos, acaba por lhe dar carácter.
Gostei bastante deste livro, não só pela história mas também pela forma descomplicada e bem sintetizada que o autor escolheu para a contar, avançando rapidamente para a conclusão. O final do livro, embora possa contrariar os nossos desejos, acaba por lhe dar carácter.
Tal como muitos leitores que acompanham As Crónicas de Gelo e Fogo de George R. R. Martin, o meu personagem preferido é Tyrion Lannister.
Assim, como artigo de colecção este livro é fantástico, especialmente pelas extraordinárias e cómicas ilustrações que contém.
Fico contente por adicionar este livro à minha colecção tendo no entanto presente que, como objecto de leitura, no seu sentido mais estrito, não é grande coisa…
Assim, como artigo de colecção este livro é fantástico, especialmente pelas extraordinárias e cómicas ilustrações que contém.
Fico contente por adicionar este livro à minha colecção tendo no entanto presente que, como objecto de leitura, no seu sentido mais estrito, não é grande coisa…
Ligeiramente Indecente é um livro agradável para quem acompanha a série Ligeiramente de Mary Balogh... para quem não acompanha penso que encontrará romance melhor com que se entreter...
Gostei deste quinto livro da série embora esteja longe de ser o meu preferido principalmente porque, sem memória de quem é, a contribuição de Alleyne para o enredo está limitada e a participação de Rachel é pouco original. Do que gostei mesmo foi da excentricidade que os rodeia e da comicidade que daí se deriva. As amigas de Rachel, simples e sem os pudores e salamaleques da sociedade da época acabam por ser refrescantes para a saga e muito, muito divertidas!
Logo quando comecei a ler Atracção Magnética percebi que ia ser "mais do mesmo"...
Não quero ser injusta - o livro não é mau - eu é que estou farta de ler sempre a mesma história, com a mesma sucessão de episódios, perpetrada por personagens que exibem os mesmos traços psicológicos, os mesmos problemas do passado e enfrentam os mesmos dilemas no presente.
A pouca originalidade é canalizada através dos pormenores sobre o negócio de Erica e, para mim, não é o suficiente.
Não quero ser injusta - o livro não é mau - eu é que estou farta de ler sempre a mesma história, com a mesma sucessão de episódios, perpetrada por personagens que exibem os mesmos traços psicológicos, os mesmos problemas do passado e enfrentam os mesmos dilemas no presente.
A pouca originalidade é canalizada através dos pormenores sobre o negócio de Erica e, para mim, não é o suficiente.
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O Amor é Vermelho foi o livro de que menos gostei este mês. Aliás, até à data, foi o livro de que menos gostei este ano. Quanto mais lia, menos percebia - Sophie Jaff misturou acontecimentos bíblicos com passagens eróticas, terror, romance, suspense, paranormal e aquilo que parece ser uma espécie de conto à la Grimm, narrado em simultâneo com o resto da história, mas sem ligação óbvia à mesma... e fê-lo de forma muito pouco consistente.
A identidade do serial killeré tão previsível que as tentativas da autora para a ocultar e induzir-nos em erro se tornam anedóticas. Apesar de no início estar a gostar do livro, a introdução do sobrenatural apanhou-me de surpresa e quando comecei a perceber (mais ou menos) os motivos e objectivos deste serial killer perdi gradualmente o interesse.
Há por aí thrillers tão bons, romances tão admiráveis e literatura fantástica tão notável que ressinto o tempo que perdi com este livro.
A identidade do serial killeré tão previsível que as tentativas da autora para a ocultar e induzir-nos em erro se tornam anedóticas. Apesar de no início estar a gostar do livro, a introdução do sobrenatural apanhou-me de surpresa e quando comecei a perceber (mais ou menos) os motivos e objectivos deste serial killer perdi gradualmente o interesse.
Há por aí thrillers tão bons, romances tão admiráveis e literatura fantástica tão notável que ressinto o tempo que perdi com este livro.
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0 Lobo Solitário | Opinião
Etiquetas:
4 estrelas,
Jodi Picoult,
Romance
Em muitos sentidos, Luke compreende melhor as dinâmicas da alcateia do que as da sua própria família. A mulher, Georgie, desistiu finalmente da solidão em que viviam e deixou-o. O filho, Edward, de vinte e quatro anos, fugiu há seis, deixando para trás uma relação destroçada com o pai. Recebe então um telefonema alarmante: Luke ficou gravemente ferido num acidente de automóvel com Cara, a irmã mais nova de Edward.
De repente, tudo muda: Edward tem de regressar a casa e enfrentar o pai que deixou aos dezoito anos. Ele e Cara têm de decidir juntos o destino do pai. Não há respostas fáceis, e as perguntas são muitas: que segredos esconderam Edward e Cara um do outro? Haverá razões ocultas para deixarem o pai morrer… ou viver? Qual seria a vontade de Luke? Como podem os filhos tomar uma decisão destas num contexto de culpa, sofrimento, ou ambos?
E, sobretudo, terão esquecido aquilo que todo e qualquer lobo sabe e nunca esquece: cada membro da alcateia precisa dos outros, e às vezes a sobrevivência implica sacrifício. Lobo Solitário descreve de forma brilhante a dinâmica familiar: o amor, a proteção, a força que podem dar, mas também o preço a pagar por ela.
Autor: Jodi Picoult

Editor: Bertrand Editora (Março, 2016)

Género: Romance
Páginas: 408
Original: Lone Wolf (2012)

opinião
★★★★✰
Edward,
o filho mais velho, sente que sempre desiludiu o pai, com quem não consegue encontrar
interesses nem características em comum; os seus relatos sobre as tentativas de
se aproximar do pai durante a infância permitem-nos compreender a revolta que
viria a desenvolver na adolescência. Assim, aos 18 anos Edward decide fugir
para a Tailândia sem se despedir sequer dos pais ou da irmã. Convencida que foi
este acontecimento que despoletou o a ruína do casamento dos pais, Cara acaba
por desenvolver um forte ressentimento pelo irmão e, quando a mãe reconstrói a vida com
outro homem, de quem tem dois filhos gémeos, Cara sente que não há lugar para
ela naquela família e decide ir viver com o pai.

★★★★✰
Lobo Solitário arrasta-nos para o
meio de um sério drama familiar.
Não é difícil deixarmo-nos encantar
pelos relatos de Luke Warren (um naturalista e conservacionista que sempre
sentiu uma ligação muito forte aos animais) sobre o comportamento dos lobos. No
entanto, a sua dedicação a estes animais - que o levou a ser visto por uns como
um génio e por outros como um louco - conduziu a uma negligência para com a própria
família. O lar é apenas um local de passagem para Luke para tomar um duche,
mudar de roupa ou fazer uma refeição ocasional, não sendo portanto de estranhar
que a família acabe por se desintegrar.
Com Luke aprendemos que, para os
lobos, a "família" é tudo - cada membro da matilha deve desempenhar o
seu papel de forma a garantir a segurança colectiva, obedecendo a um sistema
hierárquico muito bem definido que lhes permite, ainda assim, manter a
individualidade. E a família - as diferenças entre os seus constituintes, cada
um contribuindo para fortalecer o grupo, a importância do desempenho de cada um
no resultado final - é também a base deste livro. Ironicamente, apesar de
conhecer muito bem o seu lugar na família de lobos, Luke parece ter
dificuldades em apreender as suas obrigações na família de humanos, como pai e
marido.
Edward,
o filho mais velho, sente que sempre desiludiu o pai, com quem não consegue encontrar
interesses nem características em comum; os seus relatos sobre as tentativas de
se aproximar do pai durante a infância permitem-nos compreender a revolta que
viria a desenvolver na adolescência. Assim, aos 18 anos Edward decide fugir
para a Tailândia sem se despedir sequer dos pais ou da irmã. Convencida que foi
este acontecimento que despoletou o a ruína do casamento dos pais, Cara acaba
por desenvolver um forte ressentimento pelo irmão e, quando a mãe reconstrói a vida com
outro homem, de quem tem dois filhos gémeos, Cara sente que não há lugar para
ela naquela família e decide ir viver com o pai.
Toda
esta informação - e muita mais - vamos reunindo ao longo do livro através de
vários pontos de vista que a autora soube inserir na altura certa,
permitindo-nos desenvolver fortes empatias e entrar na narrativa com interesse. O
livro começa, no entanto, com o acidente de carro em que seguia Cara e Luke.
Quando a jovem de 17 anos acorda da cirurgia a que foi submetida de urgência
descobre que o pai sofreu um trauma cerebral muito sério que levou à remoção da
parte anterior do lobo temporal e que se encontra num estado de inconsciência
do qual provavelmente nunca mais irá acordar.
É este
triste desencadeamento que volta a reunir a família; uma vez que Cara é menor
de idade, Edward é obrigado a regressar da Tailândia para agir de forma
decisiva sobre o futuro de uma família da qual não faz parte há seis anos. Derrotista ou realista, com a intenção de poupar a irmã a uma terrível decisão e apenas a tentar
fazer o que acha que o pai preferiria numa situação destas, Edward confia na
opinião médica de que a probabilidade de o pai recuperar é praticamente nula,
querendo terminar o suporte artificial de vida o mais depressa possível para que os órgãos possam ser utilmente
doados e para que a família possa finalmente seguir em frente. Por seu lado,
naturalmente optimista, com tendência para a fantasia, Cara opta por se agarrar à esperança de o pai ter cerca de 1% de
probabilidade de recuperar do acidente ... e está disposta a tudo para manter o pai
vivo.
Adorei este livro! Gostei especialmente dos capítulos de Luke sobre o comportamento dos lobos. A história de Lobo Solitário não é leve e não deixa de ecoar tragicamente, mesmo depois de termos terminado o livro há algum tempo; afinal, estamos perante um pai que não o soube ser e que perdeu subitamente a oportunidade de se redimir perante os filhos. Fica-nos também a dúvida de que, sendo-lhe ofertada uma segunda oportunidade, se ela a agarraria ou se seria sequer capaz de reconhecer. Mas mais do que isso, esta é a história de uma família que deve fazer o necessário para se auto-preservar, para garantir a segurança e estabilidade dos seus membros.
Narrating this strange solitary man's story in flashbacks, Picoult captures Luke's destructive but magnificent obsession with these shy predators, weaving in details about how these mysterious creatures live, hunt, love and die. Always insightful about human families, Picoult proves to be equally perceptive about animal ones in Lone Wolf. - USA Today
The mix of family emotion, medicine and courtroom drama in “Lone Wolf” will be familiar to fans of Picoult’s “Plain Truth” and “My Sister’s Keeper.” Compulsively readable, these earlier books infused anything-but-routine family drama with genuine plausibility. That right balance is missing in “Lone Wolf.” What’s left is a pack of characters roaming out of control. Even as I turned the pages to discover Luke’s fate, a howl of disbelief lodged in my throat. - The Washington Post
Jodi Picoult nasceu e cresceu em Long Island. Estudou Inglês e escrita criativa na Universidade de Princeton e publicou dois contos na revista Seventeen enquanto ainda era estudante. O seu espírito realista e a necessidade de pagar a renda levaram Jodi Picoult a ter uma série de empregos diferentes depois de se formar: trabalhou numa correctora, foi copywriter numa agência de publicidade, trabalhou numa editora e foi professora de inglês. Aos 38 anos é autora de onze best sellers e em 2003 foi galardoada com o New England Bookseller Award for Fiction.
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