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0 Tempo Limite {Livros Outubro}

O Golpe

O'Hare & Fox #1
  Ela é uma detetive implacável. Ele é um vigarista procurado. Juntos são a arma secreta do FBI para investigar o golpe perfeito. Kate O’Hare é uma das melhores agentes do FBI. Nick Fox é um vigarista genial, presente na lista dos Dez Mais Procurados do FBI. Ela raramente falhou um caso — a exceção é Nick, que sempre escapou à sua vigilância enquanto aplicava inacreditáveis golpes de alto risco a milionários. Eles sentem-se atraídos um pelo outro: ela é teimosa e exigente, ele é charmoso e imaginativo.
  Juntos, e com uma equipa de vigaristas amadores reunida por Nick, vão montar um golpe genial para capturar um investidor corrupto que fugiu com 500 milhões de dólares e que se esconde numa das 17 mil ilhas da Indonésia. Entre uma forte atração mútua, problemas de liderança e choques de personalidade, será que esta dupla improvável irá ser bem-sucedida?

Editor: TopSeller (Novembro, 2013)
Género: Ficção/Mistério
Páginas: 320
Original: The Heist (2013) [Goodreads] [WOOK]

Tempo Limite

O'Hare & Fox #2
  Kate O’Hare, a implacável agente especial, e Nick Fox, um dos criminosos mais procurados do mundo e agora aliado do FBI, são destacados para uma missão de alto risco.
  O alvo da missão é Carter Grove, ex-chefe de gabinete da Casa Branca e líder de uma agência de segurança privada. Há 10 anos, Grove roubou um raro artefacto chinês do Smithsonian, o qual foi secretamente substituído por uma peça falsa.
 Agora, o governo chinês exige a sua devolução. É preciso recuperar a verdadeira obra de arte sem levantar suspeitas, para evitar o corte de relações entre os EUA e a China.
  Em contrarrelógio, Kate, Nick e a sua peculiar equipa de vigaristas têm apenas duas semanas para pôr em prática um plano ousado e mortal. De Washington a Xangai, passando pela Escócia, Canadá, Los Angeles e Nova Iorque, esta dupla improvável embarca numa emocionante aventura repleta de suspense e reviravoltas imprevisíveis.

Editor: TopSeller (Outubro, 2014)
Género: Ficção/Mistério
Páginas: 272
Original: The Chase (2014) [Goodreads] [WOOK]


Livros de Janet Evanovich...
Jogo Arriscado      

Sobre a autora:
(Traduzido do Site Oficial)
«Quando era criança, passei muito tempo na Terra LaLa. 
A Terra do LaLa é como uma experiência fora do corpo - enquanto a nossa boca está a comer o almoço a nossa mente está a conversar com o Capitão Kirk. Algumas vezes, fingia cantar ópera. A minha mãe mandava-me à mercearia ao fim da rua e eu lá ia, a cantar a plenos pulmões. Antes disto da ópera passei pela fase dos cavalos, na qual galopava por todo o lado e fazia vários buracos no relvado da minha tia Lena, com os cascos.
A tia Lena foi muito porreira. Ela percebeu que as realidades da existência diária perderam face às sombras da minha tonta imaginação. 
Depois da minha formação no liceu de South River, passei quatro anos no departamento de arte do Douglass College, a aprimorar a minha capacidade de vestir calças Levias rasgadas. Pintar acabou por derrotar de longe o cavar buracos no relvado, mas nunca me pareceu certo. No melhor, era frustrante, e no pior, era excruciante. 
O meu público era muito pequeno. A comunicação era demasiado obscura. Eu desenvolvi uma alergia aos pigmentos. 
Algures neste percurso, comecei a escrever histórias. A primeira era sobre as aventuras pornográficas de uma fada que vivia numa floresta de segunda, na Pensilvânia. A segunda história foi sobre...bem, não liguem, já ficaram com uma ideia. 
Enviei as minhas estranhas histórias para editores e agentes e coleccionei cartas de rejeição numa grande caixa de cartão. Quando a caixa estava cheia, queimei um buraco no raio da caixa, enfiei-me numas collants e fui trabalhar para uma agência temporária.
Quatro meses passados na minha muito pouco estelar carreira de secretária e recebi uma chamada de um editor interessado em comprar o último manuscrito que tinha enviado (e até então esquecido).
Enquanto a minha cabeça recuperava de todo o dinheiro que ganhara, comecei a escrever romances em tempo integral, dizendo adeus às collants e à política dos escritórios. Escrevi séries românticas durante cinco anos. Foi uma experiência recompensadora, mas depois de doze livros esgotaram-se-me as posições sexuais e decidi avançar para o género Mistério. 

Passei dois anos a beber cerveja com tipos que aplicam a lei, a aprender a disparar uma arma, a praticar imprecarações. No final desses anos, criei Stephanie Plum. Não iria tão longe a ponto de dizer que Stephanie é uma personagem autobriográfica, mas admito que sei onde ela vive. 

Em 1995 o meu marido e eu mudámo-nos para New Hampshire. 

Comprámos uma casa grande e antiga ao lado de uma colina, não muito longe de Darmouth College. Tenho uma óptima vista sobre o vale da janela do meu escritório e uns quantos hectares de terra ao redor da casa.


É um óptimo local para escrever um livro...e seria ainda melhor se tivessemos um centro comercial decente. Podem tirar a rapariga de Jersey, mas não podem tirar Jersey da rapariga. 

Quando nos mudámos para New Hampshire, apercebemo-nos que existe muito mais nesta coisa da escrita do que apenas escrever, por isso montámos um negócio de família - Evanovich, Inc.

O meu filho, Peter, formado no Dartmouth College, assumiu a responsabilidade das finanças. Ele é o tipo que puxa o cabelo por causa dos impostos e estala os dedos quando o mercado da bolsa desce. 

Em 1996 a minha filha Alex, formada em filme e fotografia, juntou-se a nós e criou o website. Alex faz tudo...os emails, os desenhos, a loja, a publicidade online e a newsletter. Peter e Alex trabalham a tempo inteiro para a Evanovich Inc.

Eu sou a única cliente.

O meu marido, Pete, é doutorado em matemática pela Rutgers University e agora gere todos os aspectos do negócio e tenta manter-me dentro do calendário (um trabalho ingrato, impossível!)...além disso, joga golfe e faz esqui. 

Ao que parece, sou mesmo uma viciada no trabalho sem hobbies ou interesses especiais. O meu exercício preferido é fazer compras e a minha droga de eleição são os Cheeze Doodle. 
Leio livros de banda desenhada e apenas vejo filmes felizes. Motivo-me a escrever, gastando o dinheiro antes de o receber. 
E quando crescer quero ser tal e qual a avó Mazur. 

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