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Destaques

0 Série Stephanie Plum


Estes livros
 pertencem à série de grande sucesso «Stephanie Plum» que conta com 21 livros. Em Portugal, estes são, por agora, os únicos livros desta série editados em Portugal, correspondendo ao 17º, 18º e 19º livros da série. 
Em Março, a mesma editora lançou o 1º livro da série «Lizzie e Diesel», «Gula Perversa». 


Perseguição Escaldante

Stephanie Plum #17

Em New Jersey, os cadáveres surgem em catadupa. Ninguém sabe quem é o assassino em série nem o motivo por que anda a matar, mas o nome de Stephanie Plum, a caçadora de recompensas, está na lista do homicida.

Stephanie corre contra o tempo para descobrir o que se passa, mas tem ainda de enfrentar outras complicações na sua vida. A sua família e amigos insistem que chegou o momento de escolher entre o seu eterno namorado, o detetive Joe Morelli, e o rebelde mas sedutor Ranger, dono de uma empresa de segurança. E a sua mãe está apostada em juntá-la com Dave, uma ex-estrela do futebol americano. Com um assassino implacável no seu encalço, um punhado de homens sedutores e fogosos atrás de si, e assombrada por uma lista de faltosos a tribunal que incluem um urso bailarino e um vampiro de idade já avançada, a vida de Stephanie parece prestes a entrar em brasa.

Autor: Janet Evanovich

Editor: Topseller (Novembro, 2012)
Género: Policial
Páginas: 312
Original: Smokin' Seventeen

Sorte Explosiva

Stephanie Plum #18
A vida da caçadora de recompensas, Stephanie Plum, está em sérias dificuldades neste novo romance explosivo de Janet Evanovich.
Antes sequer de Stephanie conseguir sair do seu voo 127 do Hawai para Newark, já ela se encontra em grandes sarilhos. As suas férias de sonho foram transformadas num pesadelo e está de regresso a New Jersey sozinha. Para piorar, o seu companheiro de viagem nunca regressou ao avião depois da escala em Los Angeles. E agora ele está morto, e todos, criminosos, psicopatas, já para não falar no FBI, estão à procura de uma fotografia que ele supostamente trazia consigo.
Apenas uma pessoa viu essa foto: Stephanie Plum. E agora, ela é um alvo a abater. Um especialista de desenho no FBI ajuda-a a reconstituir a pessoa na fotografia, mas as capacidades descritivas de Stephanie não são as melhores. Enquanto não conseguir melhorá-las, ela tem de ter cuidado.

Autor: Janet Evanovich
Editor: Topseller (Junho, 2013)
Género: Policial
Páginas: 304
Original: Explosive Eighteen (2011)



Jogo Arriscado

Stephanie Plum #19
  Depois de um verão fraco a perseguir burlões de baixo nível, Stephanie Plum, a caçadora de recompensas mais sexy de New Jersey, aceita finalmente um trabalho que pode pôr a sua conta bancária em ordem.
  Geoffrey Cubbin tinha sido preso por ter desviado cinco milhões de dólares de um lar de idosos, e aguardava julgamento. Internado de emergência com uma apendicite, desapareceu misteriosamente do hospital. Juntamente com os cinco milhões… Agora, Stephanie tem de encontrá-lo e devolvê-lo à justiça. Infelizmente, Cubbin desapareceu sem deixar rasto, e ninguém no hospital parece disposto a colaborar. A nossa heroína vê-se, assim, obrigada a aceitar ajuda da sua excêntrica avó Mazur, e a trabalhar lado a lado com o polícia mais cobiçado da cidade, e seu atual namorado, Joe Morelli.
  Pelo caminho, para conseguir pagar a renda (e enquanto não encontra Cubbin), Stephanie aceita um trabalho secundário como guarda-costas para o seu mentor secreto e antiga paixão, Ranger. Não era bem o que Stephanie queria, mas, contas feitas, uma intoxicação alimentar por envenenamento, ameaças escritas e um vestido de dama de honor com excesso de tafetá nunca fizeram mal a ninguém, pois não?

Autor: Janet Evanovich
Editor: Topseller (Julho, 2014)
Género: Policial
Páginas: 304
Original: Notorious Nineteen (2012)


Livros de Janet Evanovich...
Jogo Arriscado      

Sobre a autora:
(Traduzido do Site Oficial)

«Quando era criança, passei muito tempo na Terra LaLa. 
A Terra do LaLa é como uma experiência fora do corpo - enquanto a nossa boca está a comer o almoço a nossa mente está a conversar com o Capitão Kirk. Algumas vezes, fingia cantar ópera. A minha mãe mandava-me à mercearia ao fim da rua e eu lá ia, a cantar a plenos pulmões. Antes disto da ópera passei pela fase dos cavalos, na qual galopava por todo o lado e fazia vários buracos no relvado da minha tia Lena, com os cascos.
A tia Lena foi muito porreira. Ela percebeu que as realidades da existência diária perderam face às sombras da minha tonta imaginação. 
Depois da minha formação no liceu de South River, passei quatro anos no departamento de arte do Douglass College, a aprimorar a minha capacidade de vestir calças Levias rasgadas. Pintar acabou por derrotar de longe o cavar buracos no relvado, mas nunca me pareceu certo. No melhor, era frustrante, e no pior, era excruciante. 
O meu público era muito pequeno. A comunicação era demasiado obscura. Eu desenvolvi uma alergia aos pigmentos. 
Algures neste percurso, comecei a escrever histórias. A primeira era sobre as aventuras pornográficas de uma fada que vivia numa floresta de segunda, na Pensilvânia. A segunda história foi sobre...bem, não liguem, já ficaram com uma ideia. 
Enviei as minhas estranhas histórias para editores e agentes e coleccionei cartas de rejeição numa grande caixa de cartão. Quando a caixa estava cheia, queimei um buraco no raio da caixa, enfiei-me numas collants e fui trabalhar para uma agência temporária.
Quatro meses passados na minha muito pouco estelar carreira de secretária e recebi uma chamada de um editor interessado em comprar o último manuscrito que tinha enviado (e até então esquecido).
Enquanto a minha cabeça recuperava de todo o dinheiro que ganhara, comecei a escrever romances em tempo integral, dizendo adeus às collants e à política dos escritórios. Escrevi séries românticas durante cinco anos. Foi uma experiência recompensadora, mas depois de doze livros esgotaram-se-me as posições sexuais e decidi avançar para o género Mistério. 

Passei dois anos a beber cerveja com tipos que aplicam a lei, a aprender a disparar uma arma, a praticar imprecarações. No final desses anos, criei Stephanie Plum. Não iria tão longe a ponto de dizer que Stephanie é uma personagem autobriográfica, mas admito que sei onde ela vive. 

Em 1995 o meu marido e eu mudámo-nos para New Hampshire. 

Comprámos uma casa grande e antiga ao lado de uma colina, não muito longe de Darmouth College. Tenho uma óptima vista sobre o vale da janela do meu escritório e uns quantos hectares de terra ao redor da casa.


É um óptimo local para escrever um livro...e seria ainda melhor se tivessemos um centro comercial decente. Podem tirar a rapariga de Jersey, mas não podem tirar Jersey da rapariga. 

Quando nos mudámos para New Hampshire, apercebemo-nos que existe muito mais nesta coisa da escrita do que apenas escrever, por isso montámos um negócio de família - Evanovich, Inc.

O meu filho, Peter, formado no Dartmouth College, assumiu a responsabilidade das finanças. Ele é o tipo que puxa o cabelo por causa dos impostos e estala os dedos quando o mercado da bolsa desce. 

Em 1996 a minha filha Alex, formada em filme e fotografia, juntou-se a nós e criou o website. Alex faz tudo...os emails, os desenhos, a loja, a publicidade online e a newsletter. Peter e Alex trabalham a tempo inteiro para a Evanovich Inc.

Eu sou a única cliente.

O meu marido, Pete, é doutorado em matemática pela Rutgers University e agora gere todos os aspectos do negócio e tenta manter-me dentro do calendário (um trabalho ingrato, impossível!)...além disso, joga golfe e faz esqui. 

Ao que parece, sou mesmo uma viciada no trabalho sem hobbies ou interesses especiais. O meu exercício preferido é fazer compras e a minha droga de eleição são os Cheeze Doodle. 

Leio livros de banda desenhada e apenas vejo filmes felizes. Motivo-me a escrever, gastando o dinheiro antes de o receber. 
E quando crescer quero ser tal e qual a avó Mazur. 



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