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0 O Fio da Felicidade | Opinião
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4 estrelas,
Jill Mansell,
Opinião,
Romance
Bastou um clique para Essie ficar sem casa, trabalho, namorado e tornar-se a mais recente piada da Internet. Tudo por causa de um e-mail infeliz enviado acidentalmente a TODOS os contactos; uma carta privada onde, bem…, desabafara coisas horríveis sobre a mãe do seu namorado (que, já agora, também era sua chefe!).
E quando a vida perfeita de Essie é arruinada, só lhe resta uma solução: começar de novo noutro sítio, fazer amigos e encontrar um emprego (de preferência, um de que goste).
E é assim que o azar de Essie a leva a uma nova cidade, onde conhece uma octogenária determinada a ser sua fada madrinha e um grupo de desconhecidos que lhe mostram o quanto do mundo ainda há para desfrutar.
Mas o que Essie não esperava era voltar a ver Lucas… O homem responsável pelo envio acidental do e-mail. Conseguirá ela perdoá-lo pela forma como a sua vida mudou?
Divertido e emocionante, é o livro perfeito para as leitoras que gostam de Sophie Kinsella, Jojo Moyes e de leituras absolutamente viciantes.
Uma história sobre bondade, perdão, e sobre como nos devemos apoiar nas pessoas que nos ajudam a encontrar a felicidade.
Autor: Jill Mansell

Editor: TopSeller (Outubro, 2018)

Género: Romance
Páginas: 368
Original: This Could Change Everything (2018)

opinião
★★★★☆
My rating: 4 of 5 stars
Já perdi conta às vezes que disse isto mas cá vai mais uma: podemos sempre contar com Jill Mansell para umas horas bem passadas!
Divertido e descomplicado, um livro ideal para as nossas pausas nas leituras mais pesadas e sérias. Gostei bastante.
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0 O Crime do Padre Amaro - Opinião
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4 estrelas,
Eça de Queirós,
Literatura Lusófona,
Opinião,
Romance
Autor: Eça de Queirós
Editor: Porto Editora

Género: Romance
Páginas: 512
opinião
★★★★☆
Amor, Paixão, Posse, Martírio – como uma semente impercetível que mal se sente entre os dedos e que se torna, com um pouco de sol e uma pouca de humidade, árvore enorme onde os pássaros cantos e os ventos rugem – 271
Gostei bem mais deste romance proibido entre um padre e uma beata provinciana do que estava à espera graças ao tom crítico e irónico – que chegaria a ser cómico se não refletisse uma triste realidade do seu tempo – com que Eça de Queirós o escreveu.
O escritor arranca do altar estes hipócritas membros do clero lá colocados por um país extremamente religioso, cheio de cegos e devotos seguidores, permitindo-lhes impor ao povo regras que os próprios quebravam sem qualquer consequência.
A corrupção moral destes homens – não mais que isso – é assim exibida; o modo como controlavam os crentes por meio da sua fé, manipulando-os em benefício próprio.
Um clássico que merece bem a nossa atenção.
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0 Em Tudo Havia Beleza | Opinião
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4 estrelas,
Manuel Vilas,
Opinião,
Romance
Falando desde as entranhas, Vilas revela a comovente debilidade humana, ao mesmo tempo que ilumina a força única da nossa condição, a inexaurível capacidade de nos levantarmos de novo e seguirmos em frente, mesmo quando não parece possível. É desenhando um caminho de regresso aos que amamos que o amor pode salvar-nos.
Confessional, provocador, comovente, Em tudo havia beleza é uma admirável peça de literatura, em que se entrelaçam destino pessoal e colectivo, romance e autobiografia. Manuel Vilas criou um relato íntimo de perda e vida, de luto e dor, de afecto e pudor, único na sua capacidade de comover o leitor, de fazer da sua história a história de todos nós.
Autor: Manuel Vilas
Editor: Alfaguara Portugal (Fevereiro, 2019)
Género: Romance
Páginas: 400
Original: Ordesa (2018)

opinião
★★★★☆
★★★★☆
Em tudo havia beleza [Ordesa] by Manuel VilasMy rating: 4 of 5 stars
A esperança de voltar a ver-vos, papá, mamã.
Sou apenas isso: esperança de voltar a ver-vos.
Tenho sentimentos mistos em relação a Em Tudo Havia Beleza; no final, acabei com um livro bastante sublinhado, cheio de frases que adorei, fonte de imensa e profunda reflexão, mas que na verdade pouco prazer me deu ler e que pouco me entusiasmou no processo.
Facilmente nos identificamos com os temas explorados neste livro – as perdas que sofremos ao longo da nossa vida, o inevitável fim e o triste envelhecimento que lhe precede – mas o modo desordenado como o autor partilha estas ideias e a frequência com que as repete, bem como a ausência de uma história propriamente dita, pode aborrecer-nos de morte.
Em suma, gostei do livro, de toda a sua melancolia e tristeza, de toda a sua sabedoria, de toda e cada frase preciosa, construída em moldes de perfeição, mas passei momentos muito maçadores na sua companhia.
Era o paraíso. Foi o meu paraíso. Foram eles o meu paraíso, o meu pai e a minha mãe, como gostei deles, como fomos felizes e como nos desmoronámos. Que bela foi a nossa vida em conjunto, e tudo está perdido agora. E parece impossível – 235
Frases Preferidas:
Somos todos pobre gente, metidos no túnel da existência – 12
Por muito mal que nos corra a vida, há sempre alguém que nos
inveja. É uma espécie de sarcasmo cósmico – 14
Os bancos arrasam-nos a caixa de correio com cartas
deprimentes. Uma série de extractos bancários. Vêm dizer-nos o que somos – 15
A vida de um homem é, na sua essência, a tentativa de não
cair na ruina económica. (…) Ninguém sabe se é possível viver sem ser socialmente.
A estima dos outros acaba por ser a única cédula da nossa existência – 16
Quando o nosso passado se apaga da face da Terra, apaga-se o
universo, e tudo é indignidade. Não há nada mais indigno que o cinzentismo da
existência. Abolir o passado é abjecto. A morte dos nossos pais é abjecta. É uma
declaração de guerra que a realidade nos faz – 31
Somos vulgares, e quem não reconhecer a sua vulgaridade é
ainda mais vulgar. O reconhecimento da vulgaridade
é o primeiro gesto de emancipação rumo ao extraordinário – 35
(…) e o demónio não é senão uma degeneração neuronal
hereditária que afecta o nervo óptico e se transforma em vagas de conexões químicas
apagadas ou titubeantes, e nessa deterioração elétrica da transmissão da
realidade incubam as bactérias da psicose, e a forma orgânica da vontade vai
apodrecendo numa massa de ordens alheias ao mundo social e vou-me transformando
num museu de secura, de solidão, de suicídio, de surdez e de sofrimento – 60
O problema do Mal é que nos transforma em culpados ao
tocar-nos. É esse o grande mistério do Mal: as vítimas acabam sempre culpadas
de algo cujo nome é outra vez o Mal. As vítimas são sempre excrementícias. As pessoas
simulam uma compaixão pelas vítimas, mas no seu interior só há desprezo – 70
Porque a literatura é matéria, como tudo. A literatura são
palavras gravadas num papel. É esforço físico. É suor. Não é espírito. Já basta
de menosprezar a matéria – 72
Toda a historia ocidental frequenta o idealismo, ninguém
parou para olhar para as coisas de outra maneira; especialmente da maneira mais
simples, a que se lembra da matérias, e das vãs realidades – 72
Quando a vida nos deixa ver o casamento do terror com a
alegria, estamos prontos para a plenitude – 75
O passado tem cada vez menos prestígio – 210
Porque a condenação é o resultado de qualquer julgamento que
se preze. A absolvição é insubstancial e esquecível. Só recordamos as
condenações. A absolvição não tem memória, os seres humanos são assim – 224
Era o paraíso. Foi o meu paraíso. Foram eles o meu paraíso,
o meu pai e a minha mãe, como gostei deles, como fomos felizes e como nos
desmoronámos. Que bela foi a nossa vida em conjunto, e tudo está perdido agora.
E parece impossível – 235
Todos caímos na armadilha do dinheiro. E todos acabamos por
ver o dinheiro como a forma final, e justa, de medir as coisas. É como o passo
definitivo rumo à objectividade. O dinheiro vem de uma ansia de objectividade. Ânsia
de inapelável. O dinheiro é a firmeza: perdê-lo enlouquece-nos; não o ganhar
transforma-nos em deficientes mentais, em tarados; o dinheiro é a veracidade
suprema, e isso é um espectáculo, é onde a nossa espécie consegue a sua maior
densidade, a sua gravidade – 251
Porque as angústia tem as caras mais estranhas do mundo –
296
Chega-se à indiferença por via da dor, da vacuidade, da
falta de gravidade – 304
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0 Maria Stuart | Opinião
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4 estrelas,
Memória/Biografia,
Opinião,
Stefan Zweig
Autor: Stefan Zweig
Editor: Alêtheia Editores (2015)
Género: Biografia
Páginas: 320
Original: Maria Stuart (1935)

opinião
★★★★☆
“Nada contribuiu mais para colocar Maria Stuart no plano da lenda do que a injustiça sofrida; nada diminuiu tanto moralmente Isabel como não ter querido mostrar-se grande num grande momento” – 269
A beleza da lenda de Maria Stuart vence a realidade e impressiona-nos até aos dias de hoje. Desde sempre prisioneira da política e da diplomacia, mais corajosa que sensata, Maria Stuart tomou decisões imprudentes que, aliadas à incompetência ou vilania dos que a rodeavam, acabaram por colocá-la em situações, no mínimo, muito indignas.
Através de uma prosa trabalhada, fácil de acompanhar, Stefan Zweig contempla neste livro a vida de Maria Stuart desde o nascimento até à morte. Dando-nos uma opinião muito honesta, destaca as qualidades de ambas as rainhas, condena os seus defeitos e comenta a viabilidade das provas apresentadas tanto a favor como contra Maria Stuart, mas sem que nos aborreça com pormenores desnecessários, o que contribui para o tom enérgico do livro, pouco usual numa biografia.
Frases Preferidas:
“a razão e a política raramente seguem o mesmo caminho e
talvez sejam estas possibilidades falhadas que dão à história o seu carácter
dramático” – 47
“A imprudência e a coragem marcham quase sempre a par, como
o perigo e a virtude, como o inverso e o reverso de uma medalha: só os cobardes
e os timoratos tremem com a aparência duma falta e procedem com cálculo e
premeditação” – 117
“As naturezas mais cobardes são sempre as mais ferozes
quando se sentem apoiadas” – 119
“Um ódio que sabe calar-se, é ainda mais perigoso que uma ameaça
aberta” – 123
“Aquilo que se escreve com tinta, pode ser apagado com
sangue” – 203
“Antes um fim com pavor do que o pavor sem fim” – 208
“E sempre a coroa exerce uma fascinação que dá coragem mesmo
aos cobardes, que torna ambiciosos os mais indiferentes e loucos os mais
reflectidos” – 263
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0 A Mulher à Janela | Opinião
Etiquetas:
4 estrelas,
A. J. Finn,
Mistério,
Opinião,
Thriller
Um thriller eletrizante onde nada nem ninguém é o que parece.
Autor: A. J. Finn

Editor: Editorial Presença (Março, 2018)

Género: Thriller
Páginas: 488
Original: The Woman in the Window (2018)

Goodreads Choice Award Nominee for Mystery & Thriller and for Debut Author (2018)
opinião
★★★★☆
«Sou uma prisioneira no meu mundo. E fora dele.» - p. 281
Anna não sai de casa há quase um ano. Vive sozinha - o marido e a filha já não moram com ela - sofre de stress pós-traumático e toma imensa medicação, incluindo, psicotrópicos, gasta parte do seu tempo a observar os vizinhos através da lente da sua Nikon e outra parte a usar os seus conhecimentos como psicóloga infantil para ajudar pessoas com quem conversa num fórum online. E bebe. Anna bebe muito…
Entretanto há uma novidade no bairro, os Russell, e Anna não se inibe de os espiar. Depressa fica a conhecer o filho, um adolescente tímido e claramente assustado com alguma coisa, o Sr. Russell, um homem aparentemente controlador e passa ainda uma agradável tarde a jogar xadrez e a conversar com a Sra. Russell.
Numa das suas sessões de «espionagem», Anna assiste ao brutal homicídio da Sra. Russell através da janela mas ninguém acredita nela, muito menos quando a Sra. Russell aparece à frente da polícia para dizer que não passa tudo de uma invenção. Mas Anna sabe o que viu, sabe que viu a Sra. Russell ser assassinada e sabe também que aquela mulher que ali está não é a Sra. Russell que passou a tarde na casa dela. Ou será tudo um produto da combinação de Merlot com a medicação?
«a minha mente é um profundo pântano de águas salobras: a verdade e a mentira misturam-se e confundem-se»
J. Finn avança com rapidez pela narrativa, mantendo-nos sempre interessados, surpreendendo-nos com algumas revelações e deixando-nos chegar às nossas próprias suspeitas e conclusões. Ao escrevê-lo na primeira pessoa, Finn prende-nos dentro de casa com Anna, dentro da sua mente torpe, sem saber se o que ela nos conta é sequer verdade!
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0 A Pensar em Ti | Opinião
Etiquetas:
4 estrelas,
Jill Mansell,
Opinião,
Romance
Autor: Jill Mansell

Editor: Edições Chá das Cinco (Maio, 2011)
Género: Romance
Páginas: 336
Original: Thinking of You (2007)

opinião
★★★★☆
Não me apercebi das saudades que tinha de Jill Mansell até ter pegado neste livro – a narrativa pode ser pouco original e relativamente previsível (especialmente se já lemos alguns livros da autora), mas a forma como Jill nos conta as suas histórias nunca me cansa e, no final, fico sempre com pena por ter que abandonar os personagens à sua sorte.
A Pensar em Ti é um livro cómico e divertido em que há sempre qualquer coisa a acontecer e, na maior parte das vezes, qualquer coisa hilariante! Jill não se inibe de envergonhar os seus personagens e acabamos por dar com eles em situações tão ridiculamente comprometedoras que até nós coramos de vergonha.
Ginny sente-se sozinha com a saída de casa da filha que parte para a universidade. Numa nova fase da sua vida, Ginny acaba por arranjar um novo emprego, uma nova (e indesejada) inquilina e um novo namorado, aliando todas estas novidades à presença constante da sua melhor amiga e do ex-marido. Mas nada disto está realmente sob o controlo de Ginny, que se encontra sempre em situações indesejadas apenas porque prefere ficar calada a magoar a sensibilidade de alguém.
Alegrias, desilusões, muitas peripécias hilariantes e diálogos afiados… qualquer tempo com Jill Mansell é tempo bem passado!

outros livros de Jill Mansell →
★★★★☆
Não me apercebi das saudades que tinha de Jill Mansell até ter pegado neste livro – a narrativa pode ser pouco original e relativamente previsível (especialmente se já lemos alguns livros da autora), mas a forma como Jill nos conta as suas histórias nunca me cansa e, no final, fico sempre com pena por ter que abandonar os personagens à sua sorte.
A Pensar em Ti é um livro cómico e divertido em que há sempre qualquer coisa a acontecer e, na maior parte das vezes, qualquer coisa hilariante! Jill não se inibe de envergonhar os seus personagens e acabamos por dar com eles em situações tão ridiculamente comprometedoras que até nós coramos de vergonha.
Ginny sente-se sozinha com a saída de casa da filha que parte para a universidade. Numa nova fase da sua vida, Ginny acaba por arranjar um novo emprego, uma nova (e indesejada) inquilina e um novo namorado, aliando todas estas novidades à presença constante da sua melhor amiga e do ex-marido. Mas nada disto está realmente sob o controlo de Ginny, que se encontra sempre em situações indesejadas apenas porque prefere ficar calada a magoar a sensibilidade de alguém.
Alegrias, desilusões, muitas peripécias hilariantes e diálogos afiados… qualquer tempo com Jill Mansell é tempo bem passado!
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0 Becoming - A Minha História | Opinião
Etiquetas:
4 estrelas,
Memória/Biografia,
Michelle Obama,
Opinião
Autor: Michelle Obama


Editor: Objectiva (Novembro, 2018)

Género: Memórias
Páginas: 400
Original: Becoming

Goodreads Choice Award Nominee for Memoir & Autobiography (2018)
opinião
★★★★☆
★★★★☆
Com uma escrita honesta, direta e
despretensiosa que combina muito bem com a imagem que temos de Michelle Obama,
a ex-Primeira Dama dos Estados Unidos conta-nos o percurso da sua vida desde a
infância até à atualidade; como se tornou na mulher que hoje conhecemos.
Com simplicidade, Michelle
desmistifica a presidência e o dia-a-dia na Casa Branca na sua posição delicada
de Primeira Dama que não chega a ser um cargo, não é um emprego e não tem
funções definidas mas que Michelle usou como plataforma para uma influência
positiva, recusando-se a ser um mero acessório na presidência. Estamos longe de
ter uma ideia de como as coisas funcionam realmente na Casa Branca e é claro
que Michelle não nos conta nem metade, mas esclarece algumas coisas sob o seu
ponto de vista interessantíssimo.
Não conseguimos sequer imaginar a pressão sofrida por toda a
família Obama durante os 8 anos que passaram na Casa Branca, com os olhos
sempre postos em si, com todos os seus movimentos controlados e condicionados,
com expectativas irreais para satisfazer. Não pode ter sido fácil.
Michelle sabe como chegar às pessoas e é inspiradora a boa
disposição com que o casal parece encarar a vida, aliando-a a um sentido de
responsabilidade que está a fazer muita falta hoje em dia para aqueles lados…E
depois de tanto trabalho e esforço não imagino a frustração de olhar para o
trabalho do sucessor e ver tanto progresso ser esmagado de modo absurdo, o
estatuto da presidência ridicularizado diariamente.
Políticas à parte, Michelle Obama é uma pessoa com a qual
simpatizei desde o início e gostei muito de a acompanhar neste livro.
Frases preferidas:
“A maioria das pessoas são boas pessoas desde que as
tratemos bem” – 43
“O declínio é algo que pode revelar-se difícil de medir,
sobretudo quando somos apanhados no meio” – 48
“Esse é capaz de ser o principal problema de nos
preocuparmos muito com a opinião dos outros: pode pôr-nos no caminho já
estabelecido! (…) Se calhar impede-nos de fazer um desvio, de alguma vez
considerar sequer fazer um desvio, pois aquilo que nos arriscamos a perder,
quanto à alta conta em que os outros nos têm, pode parecer-nos um preço
demasiado alto para pagar” - 120
“Uma coisa era uma pessoa tentar sair de um lugar encalhado.
Outra bem diferente era tentar desencalhar o lugar propriamente dito.” – 148
“Ou desistimos ou trabalhamos para mudar as coisas” - 148
“Vivemos à luz dos paradigmas que conhecemos” - 239
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