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0 Os muitos nomes do amor + opinião
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3 estrelas,
Dorothy Koomson
Mas Clem não sonha que é lá que vai encontrar alguém que sabe tudo sobre a sua caixa das borboletas e a verdadeira história dos seus pais biológicos.
E quando percebe que nem tudo é o que parece, e que talvez tenha sido injusta com aqueles que mais a amam, haverá tempo para recuperar o que foi perdido?
Autor: Dorothy Koomson

Editor: Porto Editora (Julho, 2015) 
Género: Romance
Páginas: 472
Original: That Girl From Nowhere (2015)

opinião





«A minha avó biológica, uma mulher com a qual estive cerca de três horas, no total, pretende fazer de mim uma assassina, com ela no papel de primeira vítima.» - p. 222
Os Muitos Nomes do Amor permite-nos acompanhar o turbilhão de ideias e sentimentos vivido por Clemency Smittson, uma mulher que deixou de lado a formação em Ciências Políticas para seguir a sua verdadeira vocação, a produção de joias e bijutaria. Além do fim do casamento com o homem que representou o centro da sua vida durante quase duas décadas, Clem tem que lidar com a recente perda do pai adotivo, o reencontro com a família biológica, a complicada personalidade da mãe adotiva e o estranho desejo da avó biológica…Clem vive num estado de pânico permanente; a adoção e alguns episódios da infância levam-na a sentir que não tem valor algum e que nunca poderá ser a primeira escolha de alguém. A separação do marido, depois de uma mentira ter quebrado completamente a confiança que tinha nele, acabou por aumentar o vazio que sempre sentiu, como se lhe faltasse um pedaço, e o facto da mãe adotiva propagar constantemente o receio que tem de que alguém a possa substituir, afastando-a de Clem, acaba por prejudicar consideravelmente a relação de ambas.
Existem neste livro dois elementos chave que garantem que ele funciona: a fantástica prosa de Koomson e o facto de esta ter optado por manter grande parte do conteúdo do livro em segredo, já que, na realidade, não há muita coisa a acontecer.
Gosto sempre muito da forma como a autora desenvolve os seus romances, jogando com o quotidiano para fazer crescer uma relação excecional entre duas pessoas. Os temas abordados são interessantes e acabam por nos sensibilizar para tópicos e dramas pessoais que provavelmente não temos por hábito contemplar. No entanto, Koomson tem escrito romances muito mais intrigantes ou que, pelo menos, vão mais ao encontro do meu gosto pessoal.
A interação entre Clem e o pai adoptivo constituem os meus momentos preferidos no livro, mostrando-nos uma Clem bem diferente daquela Clem nervosa que se anula para agradar a mãe, assumindo uma atitude tão submissa que só nos apetece gritar-lhe que lhe responda de uma vez por todas da forma como ela merece; que diga o que realmente pensa e sente aos que a rodeiam.
«Não sei o suficiente sobre mim própria para saber quem sou.» p. 189
Enquanto Clemency procura descortinar quem realmente é, descobre também que a situação que levou os pais biológicos a dá-la para adoção e os motivos que conduziram os pais adotivos a ficar com ela não são bem os que ela imaginava…
✏ Apaixonada desde sempre pela palavra escrita, Dorothy Koomson escreveu o seu primeiro romance aos 13 anos. A filha da minha melhor amiga foi o seu primeiro livro editado em Portugal. A história comovente de duas amigas separadas pela mentira e unidas por uma criança encantou as leitoras portuguesas. Pedaços de ternura, Bons sonhos, meu amor, O amor está no ar e Um erro inocente, O outro amor da vida dela e A praia das pétalas de rosa foram igualmente bem-sucedidos, consagrando a autora como uma referência para as leitoras portuguesas.
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3 A Praia das Pétalas de Rosa + Opinião
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Dorothy Koomson
Todas as histórias de amor sofrem reviravoltas.
Depois de quinze anos de um grande amor e um casamento perfeito, Scott, marido de Tamia, é acusado de algo impensável.
De repente, tudo aquilo em que Tamia acreditava - amizade, família, amor e intimidade - parece não ter qualquer valor. Ela não sabe em quem confiar, nem sonha o que o futuro lhe reserva.
Então, uma estranha chega à cidade, para lançar pétalas de rosas ao mar, em memória de alguém muito querido e há muito perdido. Esta mulher transporta consigo verdades chocantes que transformarão as vidas de todos, incluindo Tamia que será obrigada a fazer a mais dolorosa das escolhas...
O que estaria disposta a fazer para salvar a sua família?
Autor: Dorothy Koomson
Editor: Porto Editora (8/Abril/2013)
Páginas: 544
Género: Romance
Opinião
★★★★★(5 em 5)
★★★★★(5 em 5)
Portanto, estou eu debruçada sobre um puzzle, muito atenta e a sentir-me
bastante competente por ter conseguido encaixar a maioria das peças quando chega
Dorothy e não só embaralha, sem misericórdia, as minhas pecinhas todas (!) como
ainda me diz, malvada e presunçosa, que tem estado a manter outras tantas peças
escondidas no bolso... E não é a primeira vez que me faz isto...!
Adoro!
Não tenho dúvidas em relação ao talento de
Dorothy Koomson como escritora. Atenta e competente na construção dos seus
romances, vai avançando e recuando no tempo, construindo no passado apenas para
podermos presenciar o respectivo desmoronamento no presente, sob diferentes pontos de vista.
A caracterização das personagens é excelente e
a forma como desenvolve a protagonista, Tami, aproxima-nos bastante da mesma. Mas,
claro, se já lemos um livro de Koomson vamos manter-nos saudavelmente
desconfiados desta tal Tami e companhia.
Ao criar personagens multidimensionais como
estas, que parecem esconder particularidades - inocentes ou não - e viver
por detrás de máscaras, a autora mantém-nos em dúvida constante, divididos e
muito, muito curiosos.
O desfecho pareceu-me um bocadinho forçado mas o resto do livro é tão bom que estou completamente disposta a ignorar isso.
Como se não bastasse ter que equilibrar na sua bandeja amizade, maternidade,
lealdade, amor, fidelidade, carreira e casamento Tami tem agora que lidar com
crimes graves... Fenomenal!
Frases Preferidas
Frases Preferidas
«Calei-me e deixei-o mentir porque, às vezes, quando a verdade é terrível demais para suportar, só queremos ouvir a mentira»
«É por isso que sei que ainda estou viva: porque dói. A minha vida dói-me.»
1 Os aromas do amor + Opinião
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Dorothy Koomson
Passaram-se 18 meses desde a morte de Joel, o marido de Saffron, e o culpado nunca foi descoberto.
Agora, fazendo os possíveis para lidar com a perda, Saffron decide terminar Os Aromas do Amor, o livro de receitas que Joel tinha começado a escrever antes da sua trágica morte.
Quando, finalmente, tudo parece ter voltado à normalidade, a filha de 14 anos de Saffron faz uma revelação chocante que abala a relação entre ambas. E, ao mesmo tempo, cartas misteriosas lançam uma nova luz sobre a morte de Joel.
Será um grande amor capaz de sobreviver à maior das perdas
Autor: Dorothy Koomson

Editor: Porto Editora (Maio, 2014)Agora, fazendo os possíveis para lidar com a perda, Saffron decide terminar Os Aromas do Amor, o livro de receitas que Joel tinha começado a escrever antes da sua trágica morte.
Quando, finalmente, tudo parece ter voltado à normalidade, a filha de 14 anos de Saffron faz uma revelação chocante que abala a relação entre ambas. E, ao mesmo tempo, cartas misteriosas lançam uma nova luz sobre a morte de Joel.
Será um grande amor capaz de sobreviver à maior das perdas
Autor: Dorothy Koomson
Género: Romance
Páginas: 472
Original: The Flavours of Love (2013) [Goodreads] [Wook]
Opinião
My rating: 5 of 5 stars





'O meu marido foi assassinado (…). A questão é que eu sei quem foi, e julgo saber porquê, mas não posso contar à polícia. A única coisa que lhe posso dizer é que ele ficou a esvair-se em sangue sozinho na beira de uma estrada (…)' (pág. 112)
Adorei este livro!. A forma como a autora criou uma fusão entre o suspense de um homicídio e a dor da perda de um ente querido bem como a abordagem de tantos tipos de amor - por um homem, por amigos, pelos filhos e por outros familiares, acabou por resultar numa combinação perfeita.
Há 18 meses que Saffron é rotulada como 'A Mulher Cujo Marido Foi Assassinado E Nunca Apanharam O Assassino' ...Há 18 meses que vive entorpecida e angustiada, lutando para ser competente no trabalho, manter as finanças domésticas controladas e preservar a estabilidade emocional dos filhos; Zane, de 10 anos, e Phoebe de 14.
Vivo num torpor constante, como que rodeada de camadas de algodão e gaze, como se a vida fosse filtrada por essas grossas camadas, impedindo-me de experimentar as coisas em pleno.' (pág. 44)
Dorothy Koomson foi extremamente competente a transferir para o papel as introspecções de uma viúva atormentada, de uma mulher com as necessidades próprias do sexo feminino e de uma mãe que lida com a complicada fase da adolescência e que se vê agora confrontada com um novo drama familiar - a gravidez da filha. Os receios de Saffron em relação ao futuro são brilhantemente intercalados com as alegrias experimentadas no passado e com as suas interpretações sobre o presente que a rodeia. Assim, o livro transforma-se num interessantíssimo rolar de episódios com igual capacidade para entristecer, enternecer, divertir ou revoltar o leitor.
Apesar de perdida e desamparada, de ter que lidar e viver de acordo com a reacção dos outros à sua dor e de se recriminar constantemente por ser uma 'má mãe', Saffron continua a lutar, sem desistir, pelos filhos - uma referência com a qual penso que qualquer mãe se conseguirá identificar - mesmo que para Saffron isso signifique por vezes limitar-se a sobreviver a um dia de cada vez.
'Quem sou eu neste momento? Ah, sim, uma viúva com uma filha adolescente grávida. Uma daquelas mães despistadas que toda a gente condena.' (pág. 101)
A tudo isto junta-se o mistério lançado logo no prólogo sobre o assassinato do marido, a possível causa e identidade do assassino. Mistério este que se vai agigantando ao longo do livro, com a chegada de várias cartas anónimas, e nos prende a ele com enorme interesse...
'Os monstros existem. São bem reais.' (pág. 79)
2 Amor e Chocolate + Opinião
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3 estrelas,
Dorothy Koomson
«Amber Salpone não queria sentir-se atraída pelo amigo Greg Walterson, mas não consegue evitar. E, de cada vez que a atracção se concretiza em algo mais, a aventura secreta fica mais perto de se tornar numa relação séria, o que, sendo ele um mulherengo e tendo ela fobia ao compromisso, constitui um grande problema.
Enquanto Amber luta para aceitar o que passou a sentir por Greg, apercebe-se também de que ela e Jen, a sua melhor amiga, estão cada vez mais afastadas. Pouco a pouco, à medida que as duras verdades das vidas de todos vão sendo reveladas, Amber tem de enfrentar o facto de o chocolate não curar tudo e, por vezes, fugir não é opção.»
Autor: Dorothy Koomson
Páginas: 416
Original: The Chocolate Run (2004)
Opinião...
Amor e Chocolate by Dorothy Koomson
My rating: 3 of 5 stars




My rating: 3 of 5 stars





Para mim, o ponto forte de Amor e Chocolate assenta no elevado grau de profundidade com que Dorothy Koomson conseguiu explorar Amber e como se manteve fiel à personalidade desta personagem até ao fim. Koomson criou em Amber uma mulher realista, bastante credível, alguém com quem facilmente nos identificamos - perfeita na sua imperfeição. Amber atormenta-se ao projectar em todas as suas relações pessoais os traumas familiares do passado, incapacitando um compromisso com o futuro.
...Mas se este é o ponto forte de Amor e Chocolate acaba por ser também o seu ponto fraco uma vez que o teor do livro se resume ao crescimento pessoal de Amber e à luta para ultrapassar os seus receios, focando repetidamente os mesmos pontos. Assim, o conteúdo efectivo deste livro acaba por ser muito pouco quando o comparamos com outros trabalhos de Koomson. Não consegui alhear-me da sensação de vazio, especialmente quando já li trabalhos bem melhores da autora.
Adorei a complexidade de Amber e gostei, de forma geral, do livro, mas mais pelo talento inegável da autora do que propriamente pela história que nos apresenta. Também gostei de Greg, o habitual sacana que esbanja sedução de modo fortuito até encontrar "A Tal"... E todas nós adoramos um bocadinho de redenção masculina nos nossos romances…
1 Um Erro Inocente + Opinião
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4 estrelas,
Dorothy Koomson
«Durante a adolescência, Poppy Carlisle e Serena Gorringe foram as únicas testemunhas de um trágico acontecimento. Entre aceso debate público, as duas aparentemente glamorosas adolescentes viram-se a braços com os tribunais e foram apelidadas pela imprensa de "As Garotas-gelado". Anos mais tarde, tendo seguido percursos de vida muito diferentes, Poppy está decidida a trazer ao de cima a verdade sobre o que realmente sucedeu, enquanto Serena, esposa e mãe de dois filhos, não pretende que ninguém do presente desvende o seu passado. Mas é impossível enterrar alguns segredos - e se o seu for revelado, a vida de ambas voltará a transformar-se num inferno... Emocionante e enternecedora, esta história fará com nos perguntemos se alguma vez poderemos conhecer verdadeiramente aqueles que amamos.»
Autor: Dorothy Koomson
Páginas: 448
Original: The Ice Cream Girls (2010)
Opinião









My rating: 4 of 5 stars
Koomson é absolutamente fenomenal neste livro!
O nível de distinção que a autora conseguiu alcançar entre as personalidade de Poppy e Serena é brilhante: ambas arrastam o passado para o presente - reflexo dos traumas comuns que viveram - mas condicionadas também pelos diferentes rumos que as suas vidas tomaram a partir daquele fatídico ponto de divergência.
Na adolescência, Poppy e Serena foram seduzidas pelo professor de História, Marcus, o que resultou num triângulo amoroso doentio e violento que só poderia terminar em tragédia, com o assassínio de Marcus. Enquanto Poppy cumpre pena por ter torturado e assassinado o professor, durante os 20 anos que se seguem, Serena prossegue com a sua vida - estuda, trabalha, casa com um homem maravilhoso que desconhece o que aconteceu no passado e tem dois filhos… No entanto, Serena vive à beira do precipício e quando Poppy regressa para a obrigar a confessar que foi ela que matou Marcus, basta um passo para cair no abismo.
Ao ser relatada na primeira pessoa do singular, a história destas duas mulheres envolveu-me completamente. A autora mostra como, para estas jovens, o relacionamento com Marcus era tudo na sua pouco abrangente e inocente visão sobre a vida. A corrupção da inocência das duas adolescentes, exposta em flashbacks recorrentes é revoltante ao ponto de tornar a leitura enervante. Dorothy Koomson conseguiu colocar-se verdadeiramente na pele destas jovens, partilhando as suas angústias, desejos e frustrações de tal forma que tanto Poppy como Serena se tornam queridas para o leitor.
Gostei muito deste conjunto de personagens, cheias de falhas realistas, e apreciei a forma como a escritora destaca a imperfeita dinâmica familiar que subsiste sempre, por muito amor e admiração que exista entre os seus membros.
Pessoalmente, só me desagradou o modo superficial com que são abordadas algumas partes do livro, especialmente a exploração dos sentimentos das pessoas que rodeiam Poppy e Serena, mas compreendo que a autora não quisesse sobrecarregar a leitura.
Concluindo, adorei este livro e recomendo, recomendo, recomendo!
0 A Filha da Minha Melhor Amiga + Opinião
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4 estrelas,
Dorothy Koomson
«A forte relação de amizade entre Kamryn Matika e Adele Brannon, companheiras desde os tempos de faculdade, é destruída num instante de traição que marcará as suas vidas para sempre.
Anos depois desse incidente, Kamryn é uma mulher com uma carreira de sucesso, que vive sem ligações pessoais complexas, protegendo-se de todas as desilusões. Mas eis que, no dia do seu aniversário, Adele a contacta... A amiga de Kamryn está a morrer e implora-lhe que adote a sua filha, Tegan, fruto da sua ilícita relação de uma noite com Nate.
Terá ela outra escolha? Será o perdão possível? O que estará Kamryn disposta a fazer pela amiga que lhe partiu o coração?
Uma viagem dolorosa e comovente de auto-conhecimento, uma leitura de cortar a respiração.»
O livro que comoveu Portugal já vai na 12.ª edição.
Autor: Dorothy Koomson
Páginas: 448
Original: My Best Friend's Girl (2006)






Opinião





Penosamente realista,
A Filha da Minha Melhor Amiga
explora, de forma muito emotiva e comovente, a dor que o diagnóstico oncológico, patologia tão infelizmente comum nos nossos dias, arrasta consigo e as ruínas que deixa à sua passagem.
A história de uma bonita amizade entre duas mulheres, arrasada por uma traição condenável - a recuperação do que foi perdido; a restauração de sentimentos esquecidos. A libertação final. As injustiças da vida…e da morte.
Vítima de leucemia, Adele não tem com quem deixar a sua filha de apenas 5 anos, Tegan, quando for finalmente vencida pela doença. Ninguém, isto é, excepto Kamryn.
Outrora melhor amiga de Adele, Kamryn afastou-se violenta e terminantemente da amiga até ao momento em que descobre a situação de Adele e se vê, subitamente, forçada a aprender a lidar com uma criança traumatizada pela perda da mãe e pelos maus tratos dos avós enquanto luta para lidar com a sua própria dor, desespero e tristeza, culpa e ressentimento.
Ao observar a extenuante luta interna de Kamryn senti-me consecutivamente mais próxima desta personagem; passei a torcer severamente pelo seu sucesso a todos os níveis e apercebi-me que poderia ser qualquer pessoa - alguém que tenta simplesmente ser e fazer o melhor que consegue.
Dorothy Koomson acertou em cheio nas diversas perspectivas que criou através de um pequeno punhado de personagens criando uma história que é não só muito interessante mas também abrangente e inspiradora. Koomson lembra-nos que não temos realmente, apesar da presunçosa forma de expressão, «todo o tempo do mundo»…Recorda-nos, recorrendo a uma perspectiva muito íntima a nível emocional, a importância de aproveitar cada momento e de prestar atenção a cada detalhe.
O final é brilhante. A indecisão de Kamryn fez eco em mim a ponto de já não com qual dos dois Kamryn deveria ficar: Luke ou Nate; portanto, confesso que a dada altura comecei a ficar preocupada que a autora tivesse optado por forçar a vilanização de um dos personagens masculinos de forma a justificar a escolha de Kamryn no final, como por vezes acontece, mas Koomson executou de forma magnífica o desfecho deste trio amoroso… para minha imensa satisfação.
Nesta história rica, com personagens empáticas e desenvolvimento interessante, Koomson mostra-nos idealmente que apesar de tudo a vida continua…
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0 O Amor Está no Ar
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Dorothy Koomson
Depois de sair de Londres para seguir o seu desejo de mudar de vida, Ceri D'Altroy jura abandonar definitivamente as suas manias de casamenteira. Isto porque parece que a sua simples presença acaba por incentivar as pessoas que encontra pelo caminho a mudar de vida.
No seu novo emprego, conhece Ed que decidiu declarar o seu amor por uma mulher que o enlouquece; Mel e Claudine, dois amigos de longa data que resolvem iniciar um romance ilícito; e Gwen, a chefe de departamento que é uma fumadora compulsiva e esconde um segredo profundo e sombrio que só quer partilhar com a sua nova funcionária.
Quem entra em contacto com Ceri, nunca mais volta a ser o mesmo.
Será ela o Cupido dos tempos modernos?»
Autor: Dorothy Koomson
Páginas: 336
Original: The Cupid Effect 2004
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