Mostrando postagens com marcador 2 estrelas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2 estrelas. Mostrar todas as postagens
1 Último Livro da Série Hacker | Tua Para Sempre {Livros Novembro}
Etiquetas:
2 estrelas,
Literatura Erótica,
Meredith Wild,
Romance
Atracção Magnética
Hacker #1
Autor: Meredith Wild


Editor: Editorial Planeta (Fevereiro, 2016)

Género: Romance > Literatura Erótica
Páginas: 256
Original: Hardwired (2013)

opinião
★★✩✩✩
Cheio de clichés, este livro narra a história de mais uma mulher que sente um desejo intenso e uma atracção imediata por um homem de negócios rico e de gostos luxuosos. Ela tem problemas em confiar e ele em ceder o controlo. Sendo que um deles sofre com um episódio traumático do passado, relacionado com violação.
...E, mais uma vez, temos uma mulher inteligente e profissionalmente dedicada a agir irracionalmente perante um homem que mantém o seu passado misterioso, fisicamente perfeito, a pender para o cretino, controlador, ciumento e possessivo.
...E, mais uma vez, assistimos a uma série de peripécias baseadas numa relação de amor/ódio, que culminam sempre da mesma forma: sexo.
Não quero ser injusta - o livro não é mau - eu é que estou farta de ler sempre a mesma história, perpetrada por personagens que exibem os mesmos traços psicológicos, os mesmos problemas do passado e enfrentam os mesmos dilemas no presente. A pouca originalidade é canalizada através dos pormenores sobre o negócio de Erica e, para mim, não é o suficiente.
Fiquei ligeiramente entusiasmada em relação aos personagens secundários que me pareceram muito mais interessantes que o casal central, com problemas bem mais consistentes e intrigantes. Ficaria contente se tivessem mais destaque. Talvez nos próximos livros da série?!
Ligação Explosiva
Hacker #2
Em Ligação Explosiva, o segundo livro da série Hacker, que se iniciou com Atracção Magnética, Blake e Erica enfrentam ameaças que testam os limites do amor e colocam em perigo as suas vidas.
«Apesar dos modos controladores de Blake, o jovem e rico hacker conquista a confiança da mulher que ama. Erica Hathaway abre finalmente o coração e os seus negócios a Blake. Pronta para começar um novo capítulo da sua vida, Erica está determinada a não deixar que ninguém se meta entre os dois, mesmo que isso signifique devolver algum do controlo a Blake, dentro e fora do quarto. Mas quando o passado ameaça o futuro de ambos, Erica toma uma decisão que poderá mudar as suas vidas para sempre.»
«Apesar dos modos controladores de Blake, o jovem e rico hacker conquista a confiança da mulher que ama. Erica Hathaway abre finalmente o coração e os seus negócios a Blake. Pronta para começar um novo capítulo da sua vida, Erica está determinada a não deixar que ninguém se meta entre os dois, mesmo que isso signifique devolver algum do controlo a Blake, dentro e fora do quarto. Mas quando o passado ameaça o futuro de ambos, Erica toma uma decisão que poderá mudar as suas vidas para sempre.»
Género: Romance > Literatura Erótica
Páginas: 304
opinião
★★✩✩✩
Em Atracção Magnética, primeiro livro da série Hacker, incomodou-me a falta de história - pelo menos de história que merecesse efetivamente ser contada; em Ligação Explosiva, depois de começar a ficar animada pela existência de enredo que se "visse", acabei desiludida pela falta de coerência do mesmo.
O romance entre Erica e Blake continua muito imaturo, demasiado centrado no sexo e na aparência física de cada um. Pessoalmente, irrita-me a mensagem que estes livros passam de que, sendo rico e bem-parecido, este tipo de cretino pode agir como bem lhe apetecer. Acompanhamos também, mas de longe, a história do irmão de Blake e do seu envolvimento com a melhor amiga de Erica, um casal que desde o início me pareceu interessante e cuja história espero ver desenvolvida no futuro (se decidir continuar a acompanhar esta série).
Felizmente, um acontecimento inesperado traz novo fôlego à história e, a partir de certa altura, vi-me realmente interessada no seu desenvolvimento e até a apreciar ligeiramente a dança de controlo e cedência em que se baseia a relação entre Blake e Erica. Neste sentido, considero que houve uma melhoria do primeiro para o segundo livro, levando-me até a questionar o motivo da existência de Atracção Magnética; mais valia cortar no primeiro livro, juntá-lo ao segundo e fazer apenas um livro…
O problema e irritação regressa com a falta de coerência das decisões de Erica, uma mulher supostamente inteligente, astuta e independente… Mas pior que isso é a absurda rapidez e simplicidade com que a escritora resolveu o grave problema de Erica que inclui chantagem, abuso físico, perseguição e até assassinato… acredito que Meredith Wild vai voltar a estes episódio no(s) próximo(s) livro(s), mas rematá-los desta forma tão súbita e sem sentido é ridículo e tira todo o sentido ao livro.
Posto isto, a única coisa em que me pareceu que a escritora se aplicou realmente e que considero que fez com competência (daí que este livro esteja tão bem cotado…) foi na criação de tensão sexual e na descrição de cenas eróticas; cenas estas que lamentavelmente servem para o casal ignorar os verdadeiros problemas das suas vidas e da sua relação. Parece-me, que se estas são as únicas cenas que merecem ser lidas, mais valia a autora dedicar-se à escrita de pequenos contos eróticos e poupar-nos a enredos absurdos que se destinam apenas a ladear o que "realmente interessa"...
Intensidade Máxima
Hacker #3

N este 3.º livro da série Hacker Blake e Erica atingem a INTENSIDADE MÁXIMA na sua relação.
Blake Landon, o génio da informática, apaixonou-se por Erica Hathaway. Enquanto a sua natureza controladora e o espírito independente dela continuarem a co-existir, Blake não tem intenção de deixar que ela saia de novo da sua vida.
Depois de Megan Maxwell, Jodi Ellen Malpas e Abigail Barnette, mais uma aposta da Planeta no romance feminino erótico em 2016.
A série está no top há várias semanas no The New York Times.
Blake Landon, o génio da informática, apaixonou-se por Erica Hathaway. Enquanto a sua natureza controladora e o espírito independente dela continuarem a co-existir, Blake não tem intenção de deixar que ela saia de novo da sua vida.
Depois de Megan Maxwell, Jodi Ellen Malpas e Abigail Barnette, mais uma aposta da Planeta no romance feminino erótico em 2016.
A série está no top há várias semanas no The New York Times.
Género: Romance > Literatura Erótica
Páginas: 288
Original: Hardline (2014) 

Paixão Sem Limites
Hacker #4

4º livro da série de romance feminino erótico "Hacker".
Publicada em 25 países, a série está no top há várias semanas no The New York Times. "Quando o perigo espreita e segredos obscuros vêm a lume, conseguirá o passado destruir as promessas de amor eterno de ambos?"
As leitoras da série estão ansiosas pelo desenrolar da história de amor de Blake e Erica...
Publicada em 25 países, a série está no top há várias semanas no The New York Times. "Quando o perigo espreita e segredos obscuros vêm a lume, conseguirá o passado destruir as promessas de amor eterno de ambos?"
As leitoras da série estão ansiosas pelo desenrolar da história de amor de Blake e Erica...
Género: Romance > Literatura Erótica
Páginas: 296
Original: Hard Limit (2014) 

comprar
Tua Para Sempre
Hacker #5

N esta fascinante conclusão da série Hacker, Blake parece ter desistido.
Porém, Erica lutará com todas as suas forças pelo seu relacionamento, o seu futuro e pelos frutos desse amor. Custe o que custar.
Um desfecho fantástico para esta serie erótica, há várias semanas no Top do The New York Times.
Porém, Erica lutará com todas as suas forças pelo seu relacionamento, o seu futuro e pelos frutos desse amor. Custe o que custar.
Um desfecho fantástico para esta serie erótica, há várias semanas no Top do The New York Times.
Género: Romance > Literatura Erótica
Páginas: 264
Série Hacker
| |||
Título
|
Livro n.º
|
Edição Portuguesa
|
Publicação Original
|
Atracção Magnética
|
1
|
✓
|
✓ [comprar]
|
Ligação Explosiva
|
2
|
✓
|
✓ [comprar]
|
Intensidade Máxima
|
3
|
✓
|
✓ [comprar]
|
Paixão Sem Limites
|
4
|
✓
|
✓ [comprar]
|
Tua Para Sempre
|
5
|
✓
|
✓ [comprar]
|
Clique em
"Curtir"
se gostou deste post. Ajuda muito! :)
1 O Baile de Máscaras | Opinião
Etiquetas:
2 estrelas,
Joanna Taylor,
Romance,
Romance Histórico
Estará Lizzy à altura do papel? À medida que se embrenha nos mais sumptuosos e respeitáveis salões londrinos, os obstáculos parecem suceder-se. Além disso, a jovem apercebe-se de que, naquele mundo, ela não é a única a usar uma máscara. Para piorar as coisas, a sua relação com Edward está a intensificar-se de dia para dia - a charada de ambos ameaça ruir, e Londres está a postos para o grande escândalo...
Autor: Joanna Taylor
Editor: Edições Asa (Maio, 2016)

Género: Romance
Páginas: 352
Original: Masquerade: Can a street-girl fool a lord? (2014)


opinião
★★✩✩✩
★★✩✩✩
Inspirado no filme Pretty Woman, O Baile de Máscaras é um daqueles livros que serve exclusivamente para passar o tempo - pouco profundo, pouco desafiante...e não há nada de mal nisso, até porque sabe muito bem, pelo menos de vez em quando, ler algo apenas por puro entretenimento, mas este livro é tão previsível que se torna aborrecido.
Considero que a escritora, Joanna Taylor, faz uma boa homenagem ao filme, moldando as circunstâncias à época histórica que escolheu; também gostei dos protagonistas, especialmente Elizabeth, uma jovem genuína e simples no meio de uma sociedade que só liga às aparências. No entanto, para além da previsibilidade que já referi, Taylor centra a narrativa quase exclusivamente no casal protagonista, o que a torna muito monótona, e opta por aprofundar mais a história pessoal de Edward do que a de Elizabeth quando a que me interessava mais era precisamente a da jovem.
Não pretendo deixar aqui uma lista de «defeitos» do livro até porque identifico nele elementos que poderão agradar a muitas leitoras, mas honestamente senti-me entediada durante grande parte da leitura e não gostei da maneira como Taylor escolheu terminar a história.
Considero que a escritora, Joanna Taylor, faz uma boa homenagem ao filme, moldando as circunstâncias à época histórica que escolheu; também gostei dos protagonistas, especialmente Elizabeth, uma jovem genuína e simples no meio de uma sociedade que só liga às aparências. No entanto, para além da previsibilidade que já referi, Taylor centra a narrativa quase exclusivamente no casal protagonista, o que a torna muito monótona, e opta por aprofundar mais a história pessoal de Edward do que a de Elizabeth quando a que me interessava mais era precisamente a da jovem.
Não pretendo deixar aqui uma lista de «defeitos» do livro até porque identifico nele elementos que poderão agradar a muitas leitoras, mas honestamente senti-me entediada durante grande parte da leitura e não gostei da maneira como Taylor escolheu terminar a história.
Joanna Taylor já vendeu mais de 200,000 exemplares das suas obras, que escreve também sob o pseudónimo C.S. Quinn. Para além de autora de ficção, é uma jornalista premiada e colabora com os jornais The Times e o Mirror, em Londres. O seu nome figura no Top 10 de autores de ficção adulta na Amazon.
Clique em
"Curtir"
se gostou deste post. Ajuda muito! :)
0 Tudo o que Ficou por Dizer | Opinião
Etiquetas:
2 estrelas,
Celeste Ng,
Romance
Começa assim o avassalador romance de Celeste Ng. É de manhã, a família desperta para o pequeno-almoço. O pai, a mãe, o filho mais velho e a filha mais nova. Há porém um lugar vago à mesa e um silêncio que pesa. A filha do meio, a favorita dos pais, está ausente.
Como morreu, ou porque morreu, é para já um enigma. Há um inquérito, dúvidas, suspeitas e acusações. E uma teia delicada de dramas antigos, de segredos, que se vão desvendando pela voz (e pelo olhar) de cada um dos elementos da família. Apaixonamo-nos por eles, tão expostos (e tão frágeis) nesse momento de perda. Conhecemos a mãe, loura e de olhos azuis, que abandonou o sonho de uma vida pela filha - a quem depois virá a exigir o impossível. O pai, de ascendência chinesa, que projecta na única filha de traços ocidentais a sua própria integração na América. E conhecemos os irmãos de Lydia, a quem foram dadas apenas as sobras do amor - mas que nem por isso deixaram de a amar.
Tudo o que Ficou por Dizer é um romance pungente, narrado numa voz terna, por vezes poética, sempre precisa. É uma obra sobre os não-ditos, os abismos que se abrem nas famílias, os esquecimentos do amor. E sobre esse enorme mistério chamado Lydia, que na hora da sua morte ofereceu à família, por fim, uma hipótese de redenção.
Autor: Celeste Ng


Editor: Edições Asa (Abril, 2016)

Género: Romance
Páginas: 248
Original: Everything I Never Told You (2014)


opinião
★★✩✩✩
Embora tenha ficado entusiasmada com a ideia geral do livro, não gostei da forma como esta foi concretizada; Tudo o Que Ficou por Dizer frustrou-me pela sua falta de autenticidade, em grande parte devida à falta de credibilidade e identidade dos próprios personagens.
A história seria a de uma família americana dos anos 70, cujos pais, 'bem intencionados', na tentativa de poupar os filhos aos traumas/problemas que eles próprios viveram (a mãe por não poder ter seguido carreira em medicina e o pai porque, devido à sua ascendência chinesa, nunca sentiu que era aceite) 'forçam' a filha do meio, Lydia, a seguir pelo caminho que eles estipularam (a mãe sendo muito exigente nos estudos e o pai pressionando-a para que faça amigos e se integre). Quando Lydia morre afogada, vêm à tona alguns segredos e a morte desta adolescente pode acabar por significar uma oportunidade de redenção para os restantes membros da família.
O problema é que é difícil acreditar que estes pais agiam sob boas intenções, sem realmente reparar nos danos que provocavam, quando se comportam como se tivessem apenas uma filha, quando fica bem patente que Lydia é a preferida, com precedência em tudo, quando se ESQUECEM que têm uma terceira filha no sótão. É pouco credível que um homem traumatizado pela marginalização e preconceito por ser diferente, tendo sido gozado muitas vezes ao longo da sua vida, faça igualmente do filho alvo de gozo quando está precisamente a tentar contrariar o efeito. Não é possível que uma mãe não perceba a extensão do trauma que pode provocar ao abandonar os filhos, desaparecendo sem avisar para cumprir os seus sonhos pessoais. Não é provável que, depois de anos de existência revoltada contra a sua própria mãe por esta desejar outra coisa para a filha, impossibilitando-a de corresponder às suas expectativas, a mãe de Lydia não coloque a hipótese de a sua filha não querer aquele futuro, de se poder vir a revoltar também.
Deste par de pais perversamente egocêntricos, completamente alheios às personalidades, desejos e necessidades dos seus filhos, que não estabelecem real comunicação com nenhum deles, não se poderia esperar descendência que não agisse de forma semelhante. Contribuindo para a disfuncionalidade da família, os miúdos guardam segredos que poderiam fazer a diferença e agem egoistamente. Todos os membros desta família são extremamente egoístas, prendem-se uns aos outros, servem de peso impedindo que qualquer um deles possa 'voar', apenas para que eles próprios possam continuar confortáveis. Lydia não quer que o irmão cumpra o seu sonho de ir para Harvard porque não quer ficar sozinha, sem o seu companheiro de desabafos e chega a esconder a carta de admissão. Nath desliga-se completamente da irmã quando surge uma oportunidade de sair dali e livrar-se da dinâmica patológica daquela família, onde a atenção vem sempre acompanhada de expectativas. Os pais, por tudo o que disse antes, vivem centrados neles próprios e não olham sequer para os filhos como tendo personalidades individuais e diferentes potenciais. Depois da morte de Lydia, isolam-se na sua dor sem querer saber como estão os filhos a lidar com a perda.
Por tudo isto, é muito difícil sentir empatia por estes personagens. É esperado do leitor que se interesse pelo bem-estar desta família e que se sensibilize com as suas dificuldades, mas eu limitei-me a observar tudo de longe com enfado, sem ter qualquer interesse pela segurança e bem-estar de qualquer um deles. A única personagem com a qual me comovi um bocadinho foi Hannah, a mais nova, por esta viver pelos cantos da casa, atenta ao que os outros dizem/fazem, enquanto mendiga por um bocadinho de atenção.
Assim, gostei moderadamente da escrita da autora que me pareceu bem-sucedida no revezamento entre passado, presente e futuro. Tirando isso, o livro pareceu-me repetitivo e aborrecido; quando completamente resolvido, o enredo não é sequer interessante ou original e, pessoalmente, não me pareceu que a redenção fosse realmente atingida; não vi crescimento pessoal e passado o choque da morte de Lydia parecem-me o tipo de pessoas que voltariam exactamente ao mesmo... E se nem o principal 'objectivo' do livro é cumprido ficamos com um grande nada nas mãos.
"What emerges is a deep, heartfelt portrait of a family struggling with its place in history, and a young woman hoping to be the fulfillment of that struggle. This is, in the end, a novel about the burden of being the first of your kind — a burden you do not always survive." - The New York Times
"Everything I Never Told You is an exquisitely crafted gem of a literary mystery with scarcely a false step throughout. Neither heart-warming nor bleak, Everything I Never Told You captures the inexorability of life, the way small slights can add up to an existence of desperate solitude and the way minor breakdowns can set your family on a path to collapse. And yet, the warmth with which Ng considers her characters provides testimony to the goodness that can be found in people — though this, perhaps, only makes the central tragedy all the more gut-wrenching." - The Huffington Post
""Everything I Never Told You" is an engaging work that casts a powerful light on the secrets that have kept an American family together — and that finally end up tearing it apart." - Los Angeles Times
Celeste Ng cresceu numa família de cientistas. Formou-se na Universidade de Harvard e tirou um mestrado em Belas Artes na Universidade de Michigan, onde recebeu uma bolsa Hopwood, destinada a jovens escritores. Começou por publicar pequenas ficções e ensaios em revistas da especialidade, tendo recebido o prémio Pushcart (que premeia textos literários publicados em revistas). Vive em Cambridge (Massachusetts) com o marido e o filho.
Tudo o que Ficou por Dizer, bestseller do New York Times, foi traduzido em mais de 20 países.
Tudo o que Ficou por Dizer, bestseller do New York Times, foi traduzido em mais de 20 países.
Clique em
"Curtir"
se gostou deste post. Ajuda muito! :)
0 O Mistério do Comboio Azul | Opinião
Etiquetas:
2 estrelas,
3 estrelas,
4 estrelas,
Agatha Christie
O Misterioso Caso de Styles
(Hercule Poirot n.º 1)
A anfitriã, Emily, madrasta de John e de Lawrence Cavendish, tem o controlo absoluto da fortuna familiar desde que o marido morreu. É pois natural que aqueles fiquem bastante preocupados quando Emily decide casar com um homem vinte anos mais novo e ainda por cima com um passado suspeito.
O clima de tensão que se sente entre os membros da família Cavendish deixa o capitão Hastings, de visita à mansão, alarmado e convencido de que algo de terrível está para acontecer. E quando os seus piores receios se concretizam e Emily aparece morta no seu quarto, vale-lhe a ajuda do seu velho amigo Hercule Poirot. O reencontro entre ambos é caloroso mas não dissipa a indefinível e ameaçadora presença do mal...
Género: Policial
Páginas: 194
opinião



(4 em 5)
Quando este é apenas o primeiro livro de Agatha Christie, faz todo o sentido que tenha conquistado o sucesso que hoje lhe conhecemos.Pouco original à primeira vista, o enredo gira em torno do homicídio de uma idosa abastada, deixando cair as suspeitas instintivamente sobre os possíveis herdeiros; mas é o toque pessoal de Agatha Christie, com recurso à irreverência de Poirot e à saudável curiosidade de Hatings que destaca este livro entre semelhantes.
Complexo mas fácil de acompanhar, «O Misterioso Caso de Styles» é entretenimento garantido - e de qualidade. Christie leva-nos a mudar constantemente de partido, criando e destruindo afinidades no espaço de uma frase, a apontar um desditoso dedo a este ou aquele, a suspeitar de todos... e a rir um bocadinho durante todo este processo.
Crime no Campo de Golfe
(Hercule Poirot n.º 2)
Um urgente pedido de ajuda leva Poirot a França. Infelizmente, o detective não chega a tempo de salvar o seu cliente, cujo corpo é encontrado numa sepultura aberta num campo de golfe. Mas porque é que o morto enverga o sobretudo do filho? E a quem se destinava a apaixonada carta de amor descoberta no seu bolso?
Antes que Poirot consiga responder a essas perguntas, o caso sofre uma reviravolta com a descoberta de uma segunda vítima.
Editor: ASA (2006)
Género: Policial
Páginas: 202



(4 em 5)
Crime no Campo de Golfe representa mais um fantástico jogo de investigação, reunindo diversos suspeitos que ora deixam escapar informação intrigante ora exibem comportamentos estranhos, alguns realizando um esforço considerável para esconder os seus segredos , outros com motivos mais do que válidos para levar a cabo um homicídio.
… um jogo que Agatha Christie simplesmente não me deixa ganhar! Passei o livro todo a mudar os meus alvos de suspeita, a construir grandes teorias (apenas para as ver arruinadas em seguida) e a renovar opiniões. Assim, sempre que Poirot goza com Hastings pela sua pouca perspicácia em resolver o caso, não posso deixar de levar as coisas um bocadinho a peito já que exibo a mesma «incompetência» para chegar a uma conclusão válida.
Adorei regressar a esta série, observar o «método» do pomposo Poirot, tentar pôr as minhas «celulazinhas cinzentas» a trabalhar e ver, mais uma vez, a facilidade com que Hastings entrega o seu coração apaixonado. Neste livro em particular adorei a picardia entre Poirot e Giraud, o outro detetive encarregue do caso, cuja interação resultou nos momentos mais cómicos do livro, e a velocidade com que nova informação mudava completamente a minha opinião sobre os crimes.
Tenho já uma imagem bastante vívida de Poirot e, cada vez que Christie acrescenta algo que não falha em vir de encontro à ideia que já criei, reforçando o personagem, não consigo deixar de exaltar o trabalho de caracterização e desenvolvimento de personagens que a autora executou.
Assim, estou cada vez mais rendida a Agatha Christie e ao seu peculiar detetive com cabeça em forma de ovo!
O Assassinato de Roger Ackroyd
(Hercule Poirot n.º 4)
Roger Ackroyd sabia de mais. Sabia que a mulher que amava envenenara o primeiro marido, um homem extremamente violento, e suspeitava que ela era vítima de chantagem. Quando ela é encontrada morta, ele não se conforma com o relatório médico que aponta para suicídio por overdose. Ackroyd desconfia de algo bem mais sinistro e quer encontrar respostas para as inúmeras perguntas que pairam ameaçadoramente no ar. Mas alguém está disposto a impedi-lo. Nem que, para tal, tenha de o matar.
Género: Policial
Páginas: 240
opinião



(4 em 5)
Depois de uma péssima primeira experiência com Agatha Christie e mais do que convencida de que o «problema» estava na leitora e não na escritora, resolvi tentar novamente.
Todos os «problemas» que tive anteriormente foram completamente ultrapassados neste «O Assassinato de Roger Ackroyd»: simpatizei imenso com Poirot e com o modo pomposo com que deixa as suas «celulazinhas cinzentas» funcionar, fiquei muito intrigada com a história e igualmente curiosa em relação às suas diversas personagens e bastante surpreendida com o desfecho!
Quando Roger Ackroyd é misteriosamente assassinado, as suspeitas recaem sobre todos os presentes na mansão naquela noite. Quem nos narra os acontecimentos é Dr. Sheperd, amigo de Roger, que segue de perto a investigação de Poirot, contratado por Flora, a noiva do principal suspeito e cujo paradeiro se torna suspeitamente desconhecido...
Os Quatro Grandes
(Hercule Poirot n.º 5)
Um desconhecido faz uma visita inesperada a Poirot. A mensagem que então lhe transmite é assustadora e dá conta de uma mortífera rede internacional de crime organizado. Ludibriado por uma falsa missão, o detective é afastado do teatro de operações num momento decisivo.
opinião

(2 em 5)
Os livros de Agatha Christie costumam deixar-me entusiasmada tanto em relação ao enredo como ao encaminhamento que a autora lhe dá, no entanto, comparativamente aos livros que li anteriormente, Os Quatro Grandes parece-me ter a sua qualidade comprometida.
Pessoalmente, prefiro a dinâmica dos outros livros de Christie; fantásticos jogos de suspeitas que nos obrigam a participar, procurando o assassino entre caras que se vão tornando familiares. Além de fracos e associados de forma descuidada, os casos de investigação deste livro não me pareceram estar de acordo com a suposta magnitude e astúcia dos vilões.
opinião


(3 em 5)
O Mistério do Comboio Azul é mais um óptimo policial de Agatha Christe, cheio de mistério e suspeições.
Quando a filha de um homem muito abastado é assassinada no comboio em que viaja e as suas valiosíssimas jóias desaparecem as suspeitas começam a cair sobre quem teria mais interesse na sua morte: terá sido o marido e único herdeiro... o amante, um escroque reconhecido... a amante do marido para se livrar da concorrência...ou uma outra pessoa?!
As nossas conjecturas vão mudando constantemente e, se forem tão bons detetives como eu já admiti ser, vamos saltando de palpite errado em palpite errado.
Claro que, com o seu formidável instinto, Poirot está na pista certa; resolver este mistério é apenas uma questão de tempo, revelando assim a identidade do assassino (uma surpresa para mim, como já é habitual...)
Com o acumular de desenvolvimentos intrigantes e comportamentos suspeitos, a tensão do livro vai aumentando e o enredo torna-se cada vez mais denso. Gostei bastante deste livro mas fiquei insatisfeita em relação aos seguintes pontos: a ausência de Hastings que contribui sempre com alguma comicidade para o enredo, a demora de Poirot em aparecer na trama, o que levou ao meu pouco interesse pelos primeiros capítulos do livro e a escassez das suas idiossincrasias tão divertidas.
Sem se deixar desencorajar, e decidido a levar a investigação até às últimas consequências, dá por si mergulhado no mundo da intriga internacional, arriscando a própria vida para descobrir a verdade sobre Os Quatro Grandes.
Surpreendentemente, vai ser Achille Poirot, o extravagante irmão gémeo do detective, a desempenhar um papel fundamental na solução do caso.
Género: Policial
Páginas: 240
opinião

(2 em 5)
Os livros de Agatha Christie costumam deixar-me entusiasmada tanto em relação ao enredo como ao encaminhamento que a autora lhe dá, no entanto, comparativamente aos livros que li anteriormente, Os Quatro Grandes parece-me ter a sua qualidade comprometida.
Menos plausível e menos interessante, este livro debruça-se sobre as sucessivas operações criminosas de um grupo internacional autointitulado de Os Quatro Grandes. Poirot e Hastings investigam sucessivos casos, aparentemente sem associação, mas que, quando resolvidos, conduzem sempre aos mesmos culpados: Os Quatro Grandes.
Pessoalmente, prefiro a dinâmica dos outros livros de Christie; fantásticos jogos de suspeitas que nos obrigam a participar, procurando o assassino entre caras que se vão tornando familiares. Além de fracos e associados de forma descuidada, os casos de investigação deste livro não me pareceram estar de acordo com a suposta magnitude e astúcia dos vilões.
O Mistério do Comboio Azul
(Hercule Poirot n.º 6)

R uth recebe do pai, um milionário americano, uma extraordinária jóia que encerra “um rasto de tragédia e violência”. Embora seja avisada de que não deve transportá-la para fora do país, Ruth decide levá-la consigo quando parte para Nice a bordo do famoso Comboio Azul. A notícia do seu assassinato será para todos um imenso choque… e mais um desafio para Hercule Poirot.


(3 em 5)
My rating: 3 of 5 stars
O Mistério do Comboio Azul é mais um óptimo policial de Agatha Christe, cheio de mistério e suspeições. Quando a filha de um homem muito abastado é assassinada no comboio em que viaja e as suas valiosíssimas jóias desaparecem as suspeitas começam a cair sobre quem teria mais interesse na sua morte: terá sido o marido e único herdeiro... o amante, um escroque reconhecido... a amante do marido para se livrar da concorrência...ou uma outra pessoa?!
As nossas conjecturas vão mudando constantemente e, se forem tão bons detetives como eu já admiti ser, vamos saltando de palpite errado em palpite errado.
Claro que, com o seu formidável instinto, Poirot está na pista certa; resolver este mistério é apenas uma questão de tempo, revelando assim a identidade do assassino (uma surpresa para mim, como já é habitual...)
Com o acumular de desenvolvimentos intrigantes e comportamentos suspeitos, a tensão do livro vai aumentando e o enredo torna-se cada vez mais denso. Gostei bastante deste livro mas fiquei insatisfeita em relação aos seguintes pontos: a ausência de Hastings que contribui sempre com alguma comicidade para o enredo, a demora de Poirot em aparecer na trama, o que levou ao meu pouco interesse pelos primeiros capítulos do livro e a escassez das suas idiossincrasias tão divertidas.
✏ Agatha Christie nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na Grã-Bretanha, em 1890. Durante a I Guerra Mundial, prestou serviço voluntário num hospital, primeiro como enfermeira e depois como funcionária da farmácia e do dispensário. Esta experiência revelar-se-ia fundamental, não só para o conhecimento dos venenos e preparados que figurariam em muitos dos seus livros, mas também para a própria concepção da sua carreira na escrita. Com o seu segundo marido, o arqueólogo Max Mallowan, Agatha viajaria um pouco por todo o mundo, participando activamente nas suas escavações arqueológicas, nunca abandonando contudo a escrita, nem deixando passar em claro a magnífica fonte de conhecimentos e inspiração que estas representavam.
Autora de cerca de 300 obras (entre romances de mistério, poesia, peças para rádio e teatro, contos, documentários, uma autobiografia e seis romances publicados sob o pseudónimo de Mary Westmacott), viu o seu talento e o seu papel na literatura e nas artes oficialmente reconhecidos em 1956, ano em que foi distinguida com o título de Commander of the British Empire. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de Dame of the British Empire. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de Janeiro de 1976. Em 2000, a 31st Bouchercon World Mistery Convention galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a Melhor Autora de Livros Policiais do Século XX e os livros protagonizados por Hercule Poirot a Melhor Série Policial do mesmo século.
Clique em
"Curtir"
se gostou deste post. Ajuda muito! :)
Assinar:
Postagens (Atom)




